
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Revolução Jesus - Itabuna
Um show da juventude de Jesus Cristo é assim quese resume o encontro do
programa revolução Jesus em itabuna, condusido pelo apresentador e
evangelizador Adriano gonsalvez, que com seu testemunho balançou a
juventude de itabuna no centro de pastoral da paroquia são judas Tadeu.
palavras e dinamicas que fizeram uma verdadeira revolução na vida dos
jovens, que foram convidados a a mudar de vida, um ato que com certeza
exige coragem.
A estreia do grupo de jovens META marcou tambem o encontro com uma apresentaçao fantástica
Encontro para Jovens da Renovação Carismática Católica de Ibicaraí
Acontecerá nesse final de semana no Colégio Guedes Educandário o Encontro para Jovens com a Organização da Renovação Carismática Católica de Ibicaraí.
Participe você também desse momento de fé com todos os jovens da nossa cidade.
Participe você também desse momento de fé com todos os jovens da nossa cidade.
TONY ALLYSSON SE APRESENTA EM PRAÇA PÚBLICA EM ITABUNA
Tony Allysson é natural de Morrinhos, cidade localizada a
120 km de Goiânia, Goiás. Dono de uma veia artística incontestável viu surgi o
interesse pela música quando ainda era criança.
Foi resgatado num momento de dor ao descobrir que a mãe
tinha câncer de mama. Desesperado, foi atraído a um congresso da Renovação
Carismática Católica.
Atendeu ao apelo do pregador para que se entregasse à oração, ouviu a profecia de que a mãe de um jovem que estava presente seria curada naquele momento. Ali experimentou o poder de Deus, recebeu a graça, mas ainda relutou. Foi então atraído para um encontro de jovens e, mesmo incrédulo, foi tocado pelo testemunho de um ex-usuário de drogas que após a conversão recebeu o dom da profecia.
Atendeu ao apelo do pregador para que se entregasse à oração, ouviu a profecia de que a mãe de um jovem que estava presente seria curada naquele momento. Ali experimentou o poder de Deus, recebeu a graça, mas ainda relutou. Foi então atraído para um encontro de jovens e, mesmo incrédulo, foi tocado pelo testemunho de um ex-usuário de drogas que após a conversão recebeu o dom da profecia.
Recebeu a efusão do Espírito Santo e experimentou o amor
incondicional de Deus. Desde então dedica toda a sua vida à pregação, à
ministração e à música, com o objetivo único de propagar o poder de Deus. O seu
testemunho de vida traz à tona a esperança num mundo cada vez mais
desacreditado.
Através da pregação do evangelho de Jesus Cristo ele incentiva a busca pelas coisas de Deus. “Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscais as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra” (Cl 3,1-3).
Através da pregação do evangelho de Jesus Cristo ele incentiva a busca pelas coisas de Deus. “Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscais as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra” (Cl 3,1-3).
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
É possível encontrar-se com Deus na internet?
Passou-se o tempo em que internet era
apenas um meio de comunicação. Agora, não só acessamos a internet como
agimos nela, vivemos neste mundo on-line que, de certa forma, se mescla
com nosso mundo real. Mas será que Deus também está presente neste meio?
Será que podemos encontrá-Lo no ambiente virtual?
“Sim, Deus está presente no
mundo virtual, porque o homem está ali. Temos de entender que a web é um
ambiente, no qual o homem vive, e Deus se faz presente onde o homem
vive”, diz padre Antonio Spadaro, PHD em teologia pela
Universidade Gregoriana de Roma, diretor e editor da revista La Civiltà
Cattolica (literatura, novas tecnologias aplicadas às ciências humanas,
teologia) e escritor do livro “Cyberteologia – reflexões do Cristianismo
em tempos de rede”.
Destrave: Padre, há espaço para Deus na internet e nas redes sociais?
Padre Spadaro:
Absolutamente, sim. Na realidade, a internet não é como um martelo ou um
prego, não é um instrumento para fazer coisas. Internet é um ambiente
de vida. Assim como os homens vivem, na vida off-line, sua vida
ordinária, podemos dizer que a net é um destes ambientes, no qual o
homem também vive. E Deus está presente onde o homem está.
Destrave: A internet e as novas tecnologias podem nos ajudar a encontrar Deus e melhorar nossa espiritualidade?
Padre Spadaro: O modo
de usar a internet não é diferente, por exemplo, do modo de realizar
nossas reuniões em família. Temos de pensar que a rede responde ao
desejo mais profundo do ser humano, que é de conhecimento e relação.
Bento XVI disse, claramente, na sua ‘Caritas in Veritate’, que as novas
tecnologias exprimem a liberdade do homem, sua capacidade de escolha, de
ser um homem moral e de exprimir valores. Então, a partir deste
discurso podemos entender que espiritualidade tem muito a ver com
tecnologia. Depois, nós podemos ver como vão surgindo o que chamamos de
‘aplicativos do espírito’, ou seja, aplicativos ligados ao mundo da
espiritualidade que nos ajudam a rezar, que contém textos de meditação.
Destrave: Como podemos melhorar nossa maneira de evangelizar pela internet e pelas redes sociais?
Padre Spadaro: O melhor modo é não considerar a internet um instrumento de evangelização, mas viver bem o ser cristão na rede.
O cristão é chamado a compartilhar a própria vida e não somente
conteúdos explicitamente religiosos. Agora, se a pessoa é ela mesma na
rede, consegue evangelizar. Evangeliza pelo contato, pela proximidade,
pelos gostos de um cristão. Ele não precisa confundir a evangelização
como a comunicação de uma ideologia, pois é a própria vida que dá
testemunho do Evangelho.
A santidade é a vocação do cristão
O primeiro chamado do cristão é a santidade
Desde
a Antiga Aliança, Patriarcas, Deus chama o povo à santidade: “Eu sou o
Senhor que vos tirou do Egito para ser o vosso Deus. Sereis santos
porque Eu sou Santo”. (Lv 1, 44-45)
O desígnio de Deus é claro: uma vez que fomos criados à sua “imagem e semelhança” (Gn 1,26) e Ele é Santo, nós devemos ser santos também. O Senhor não deixa por menos. A medida
e a essência dessa santidade é o próprio Deus. São Pedro repete esta
ordem dada ao povo no deserto, em sua primeira carta, convocando os
cristãos a imitarem a santidade de Deus:
“A
exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos, em
todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque eu sou
santo.” (1Pd 1,15-16)
São Pedro exige dos fieis que “todas as vossas ações”
espelhem esta santidade de Deus, já que “vós sois, uma raça escolhida,
um sacerdócio régio, uma nação santa, um povo adquirido para Deus, a fim
de que publiqueis o poder daquele que das trevas vos chamou à sua luz
maravilhosa”. (1Pd 2,9)Para São Pedro a vida
de santidade era uma imediata consequência de um povo que ele chamava
de “quais outras pedras vivas… materiais deste edifício espiritual, um
sacerdócio santo”. (1Pd 2,5)
Neste
sentido exortava os cristãos do seu tempo a romper com a vida carnal:
“luxúrias, concupiscências, embriagues, orgias, bebedeiras e criminosas
idolatrias” (1Pd 4,3) vivendo na caridade, já que esta “cobre a multidão dos pecados”. (1Pd 4,8)
Jesus,
no Sermão da Montanha chama os discípulos à perfeição do Pai: “Sede
perfeitos assim como o vosso Pai celeste é perfeito”. (Mt 5,48)
Essas palavras fazem eco ao que Deus já tinha ordenado ao povo no deserto: “Sede santos, porque eu sou santo”. (Lv 11,44)
Jesus
falava da bondade do Pai, que ama não só os bons, mas também os maus, e
que “faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz
chover sobre os justos e sobre os injustos”. (Mt 5,45) Jesus pergunta
aos discípulos: “Se amais somente os que vos amam, que
recompensa tereis?” (46). Para o Senhor, ser perfeito como o Pai
celeste, é amar também os inimigos, os que não nos amam. “Amai os vossos
inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem e
vos maltratam”(44) e mais ainda: “Não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra”. (39)
Sem
dúvida não é fácil viver essa grande exigência que Jesus nos faz, mas é
por isso mesmo que ao cumpri-las vamos nos tornando santos, perfeitos,
como o Pai celeste.
Todo o Sermão da Montanha, que São Mateus relata nos capítulos 5, 6 e 7, apresenta-nos o verdadeiro código da santidade. É como dizem os teólogos, a “Constituição do Reino de Deus”. Santo Agostinho nos assegura que:
“Aquele
que quiser meditar com piedade e perspicácia o Sermão que nosso Senhor
pronunciou no Monte, tal como o lemos no Evangelho de São Mateus, aí
encontrará, sem sombra de dúvida, a carta magna da vida cristã” (CIC, nº
1966).
É
por isso que na festa de todos os Santos a Igreja nos faz meditar no
Evangelho das Bem-aventuranças, que são o início, e como que o resumo,
de todo o Sermão do Monte.
São Paulo começa quase todas as suas Cartas lembrando os cristãos do seu tempo de que são chamados à santidade. Aos romanos, logo no início, ele se dirige dizendo:
“A todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos“. (Rm 1,7)
Aos corintios ele repete: “à Igreja de Deus que está em Corinto, aos fiéis santificados em Cristo Jesus chamados à santidade com todos…” (1Cor 1,2).
Aos efésios ele lembra, logo no início, que o Pai nos escolheu em Cristo “antes da criação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos” (Ef 1,5).
Aos
filipenses ele pede que: “o discernimento das coisas úteis vos torne
puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo” (Fil 1,10).
“Fazei
todas as coisas sem hesitações e murmurações a fim de serdes
irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus íntegros no meio de uma
geração má e perversa” (Fil 2,14) .
Para o Apóstolo a santidade é a grande vocação do cristão. Ele diz aos efésios:
“Exorto-vos pois (…) que leveis uma vida digna da vocação a qual fostes chamados, com toda humildade, mansidão e paciência”. (Ef 4,1)
De maneira mais clara ainda ele fala aos tessalonicenses sobre o que Deus quer de nós:
“Esta
é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza; que
cada um de vós saiba possuir o seu corpo em santificação e honestidade,
sem se deixar levar pelas paixões desregradas como fazem os pagãos que
não conhecem a Deus”. (1 Tess 4,3-5)
Aos cristãos de Corinto, Paulo volta a insistir na sua segunda Carta:
“Purifiquemo-nos
de toda a imundice da carne e do espírito realizando a obra de nossa
santificação no temor de Deus” (2 Cor 7,1) e também a carta aos Hebreus,
nos manda procurar a santidade:
“Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor”. (Hb 12,14)
Santa Teresa de Ávila afirma que: “O demônio faz tudo para nos parecer um orgulho o querer imitar os santos”.
A santidade é o meio de voltarmos a ser “imagem e semelhança” de Deus, conforme saímos de suas mãos.
São Paulo ensina na carta aos romanos que Deus nos quer como autênticas imagens de Jesus:
“Os
que ele distinguiu de antemão, também os predestinou para serem
conformes à imagem de seu Filho, a fim de que este seja o primogênito
entre uma multidão de irmãos”. (Rm 8,29)
A santificação, portanto, consiste em cada cristão se transformar numa cópia viva de Jesus, “um outro Cristo”
como diziam os santos Padres. Quando a imagem de Jesus estiver formada
em nossa alma, então teremos chegado à meta que Deus nos propõe. É
aquele estado de vida que levou, por exemplo, São Paulo a exclamar: “Eu
vivo, mas já não sou mais eu, é Cristo que vive em mim. A minha vida
presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus”. (Gl 2,20)
Jesus
sofreu a sua Paixão e Morte para que recuperássemos diante do Pai a
santidade. É o que o Apóstolo nos ensina: “Eis que agora Ele vos
reconciliou pela morte de seu corpo humano, para que vos possais
apresentar santos, imaculados, irrepreensíveis aos olhos do Pai”. (Col 1,22)
Fomos
criados por Deus e para Deus, e a Ele pertencemos; por isso, somos
chamados à santidade. O salmista canta essa verdade essencial:
“Ele é nosso Deus; nós somos o povo de que ele é o pastor,
“As ovelhas que as suas mãos conduzem.” (Sl 94,7)
“Sabei que o Senhor é Deus: somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho.” (Sl 99,3)
Essa pertença a Deus é que nos obriga acima de tudo a buscarmos como meta da nossa vida a santidade, que é a marca de Deus, três vezes Santo. O Papa João Paulo II, que era um pregador incansável da santidade, disse certa vez:
“Não
tenhais medo da santidade, porque nela consiste a plena realização de
toda a autêntica aspiração do coração humano.” (LR,N.17, 7/4/96)
“Entre
as maravilhas que Deus realiza continuamente, reveste singular
importância a obra maravilhosa da santidade, porque ela se refere
diretamente à pessoa humana.”
E o Papa resume tudo dizendo que:
“A santidade é a plenitude da vida.” (LR, N.20, 18/5/96)
Com
a mesma ênfase, São Paulo afirma para os corintios que não nos
pertencemos, porque fomos comprados por um alto preço que é o sangue de
Cristo (cf. 1 Cor 6,19). Aos romanos o Apóstolo diz: “Nenhum de vós vive
para si e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se
morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos, quer morramos,
pertencemos ao Senhor. (Rm 14,7)
Trecho do livro:
Credes que eu possa fazer isso?

Padre Bruno
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Estamos
vivendo em um tempo, no qual temos perdido a crença e a esperança em um
Deus que tudo pode fazer. O próprio Evangelho nos apresenta pessoas que
viveram na ousadia e acreditaram no poder de Jesus Cristo.
Para que Deus faça parte da nossa vida e realize milagres é preciso que permitamos Sua entrada. Se queremos ser modelados como um homem novo, é preciso que nos deixemos ser guiados pelo próprio Cristo, que é o exemplo de homem perfeito. Mas, antes de qualquer coisa, é preciso confiar e nos lançarmos nos braços de Deus.
Podemos até dizer que
já sabemos tudo isso, mas não basta saber, precisamos colocar em
prática. A Palavra do Senhor nos diz que, no mundo, haverá tempos de
tribulação, mas em tudo somos vencedores, porque a nossa vitória tem um
nome e se chama Jesus Cristo.Para que Deus faça parte da nossa vida e realize milagres é preciso que permitamos Sua entrada. Se queremos ser modelados como um homem novo, é preciso que nos deixemos ser guiados pelo próprio Cristo, que é o exemplo de homem perfeito. Mas, antes de qualquer coisa, é preciso confiar e nos lançarmos nos braços de Deus.
A graça de confiar em Deus permite que nossas necessidades sejam apresentadas a Ele, pois a verdadeira fé nos pede isso: acreditar n'Aquele que nos fez promessas e jamais falhará.
É tempo de despertar para um avivamento e uma fé nova. Muitos de nós vivem como homens e mulheres que entraram nas coisas do mundo e, agora, estão acomodados diante das dificuldades.
Nós vivemos neste mundo, mas não pertencemos a ele. O "estar" é passageiro, mas o "ser" é eterno. O mundo quer imprimir em nós o negativismo para que percamos a fé em Deus.
O desafio de fé consiste em confiar no Senhor, entendendo que Ele tem um tempo para cada coisa. Nos milagres relatados da Bíblia, você não vê nenhum cristão exigindo sua cura ou exigindo que Jesus imponha Suas mãos sobre ele.
Antes de qualquer coisa, precisamos ter uma atitude de vencedor, pois a graça não nos alcançará se entrarmos na batalha, assumindo as derrotas.
Se você é verdadeiramente cristão e sua vida está tranquila, questione-se, porque a tribulação, aos olhos de Deus, não é vista como um problema, mas uma via de acesso a Ele.

"O desafio de fé consiste em confiar no Senhor", exorta padre Bruno
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Existe um fogo dentro de mim e de você que não pode ser apagado pelas
coisas deste mundo, mas para vencer não basta que esse fogo esteja
aceso, ele precisa arder em grandes labaredas. Estas labaredas têm um
nome, é o Espírito Santo de Deus. É Ele que aquece as promessas do
Senhor em nossas vidas e não permite que as esqueçamos.
Nosso Deus sonha os mesmos sonhos que nós, deseja saciar, do fundo Seu coração, a essa sede que existe em nossa alma. Tudo o que Ele quer é avivar nossos corações e ressuscitar as esperanças.
Precisamos levantar novos adoradores do Senhor. Se o seu marido e o seu filho não adoram ao Pai, então adore por eles. Se a sua família não tem sede de Deus, então interceda por eles.
Não sei qual milagre você precisa que aconteça , hoje, na sua vida, mas abra seu coração e apresente essas intenções para Deus. A graça que você precisa é crer no Deus do impossível, capaz de realizar prodígios, porque se você, realmente, acreditar nesse poder que vem do Alto, todo o resto virá até você por acréscimo.
Nosso Deus sonha os mesmos sonhos que nós, deseja saciar, do fundo Seu coração, a essa sede que existe em nossa alma. Tudo o que Ele quer é avivar nossos corações e ressuscitar as esperanças.
Precisamos levantar novos adoradores do Senhor. Se o seu marido e o seu filho não adoram ao Pai, então adore por eles. Se a sua família não tem sede de Deus, então interceda por eles.
Não sei qual milagre você precisa que aconteça , hoje, na sua vida, mas abra seu coração e apresente essas intenções para Deus. A graça que você precisa é crer no Deus do impossível, capaz de realizar prodígios, porque se você, realmente, acreditar nesse poder que vem do Alto, todo o resto virá até você por acréscimo.
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza
Padre Bruno
Missionário da Comunidade Canção Nova
domingo, 19 de agosto de 2012
Amizade: Faz parte do seu mundo. Isso é JMJ

Construir amizades verdadeiras. Este é um dos frutos de uma Jornada Mundial da Juventude. Para muitos que participaram de outras edições, as lembranças e os laços continuam até hoje.
Vicente Neto, coordenador do Ministério de
Intercessão RCC Brasil, relembra que fez contato e amizades não só com
brasileiros que estavam no seu grupo e com os quais até hoje se
comunica, mas também com estrangeiros que compartilharam da mesma
crença. "As jornadas são um momento oportuno para testemunharmos que
Jesus está presente na vida do jovem e que Ele deve ser anunciado para
aqueles que ainda não tiveram essa experiência", diz.
Para Fernanda Orchis, falar de JMJ é falar
de uma experiência de vida comunitária. "São poucos dias, mas vividos
intensamente: situações de alegria, agitação, animação, desconforto,
resistência... De tudo isso surge ao menos a consciência de estarmos
juntos, vivendo toda a experiência com irmãos e irmãs", afirma. "Do
convívio, das risadas, das fotos, das lutas surgem laços mais profundos
do que imaginamos naquele momento. Surgem verdadeiras amizades. Claro
que com a tecnologia atual é possível manter contato constante com novos
conhecidos que vivem distantes, mas isso só vem facilitar e aprofundar
algo que iniciou naquela JMJ".
Conhecer e manter amigos de fé é uma das fortes experiências da JMJ. E é também a certeza de que Deus é seu maior amigo.
Gisela Carvalho define a Jornada Mundial
da Juventude como um "encontro singular". Ela relembra: "Impossível
contar quantas amizades se formaram nas duas Jornadas de que participei (Roma e Toronto)
e quantos foram feitos através de amigos em comum e dos testemunhos em
nossas listas... Amigos da mesma cidade, de estados diferentes e até
países muito distantes... O fato é que a ‘distância física’ é
‘encurtada’ pela união ao Cristo... Em muitos e-mails nos ‘despedimos’
da forma mais próxima: nos encontramos na Eucaristia!".
Veja o vídeo "Amizade. Faz parte do seu mundo. Isso é JMJ"
A Jornada Mundial da Juventude já faz parte de sua vida. Organize seu grupo e junte-se a jovens de todo mundo unidos em um mesmo testemunho de fé.
Tire suas dúvidas sobre como acontecerão as inscrições dos peregrinos.
Veja o vídeo "Amizade. Faz parte do seu mundo. Isso é JMJ"
A Jornada Mundial da Juventude já faz parte de sua vida. Organize seu grupo e junte-se a jovens de todo mundo unidos em um mesmo testemunho de fé.
Tire suas dúvidas sobre como acontecerão as inscrições dos peregrinos.
"Amai uns aos outros como a si mesmo"
O Movimento Escalada da Diocese de Itabuna, seguindo aos ensinamentos do
Pai, pensa e ama ao seu próximo, sabendo da falta de doações de Sangue
em nossa Cidade, o Movimento faz uma Campanha para que Jovens e Adultos
se mobilizem em ajudar ao próximo.
Basta comparecer no Banco de Sangue da Santa Casa, e falar que quer doar o sangue na conta do Movimento que foi aberta em vista da Campanha.
Basta comparecer no Banco de Sangue da Santa Casa, e falar que quer doar o sangue na conta do Movimento que foi aberta em vista da Campanha.
"Eu vim para que todos tenham vida e que tenham em abundancia"
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
20 anos do Ejc Mangabinha

Todos são convidados a viver este momento de oração, adoração e Louvor em ação de Graças pelo aniversário do Movimento Ejc.
Você Jovem Católico não pode perder esta Festa, com a presença do cantor Tony Allyson, Itabuna vai PARAR e unção será derramada.
O Cd de Tony Allysson custa Apenas 20,00 reais para adquirir só procurar qualquer membro do Ejc Mangabinha ou ligue para a coordenação.
William Samuel 9146-1234,
Robson Lima 9199-1055
Marcel Macêdo 8854-3398.
A caricatura do amor de Deus

Dunga
Foto: Robson Siqueira
Qualquer relação é passível de crise, principalmente o amor. Mas devemos enfrentar essas crises de forma positiva. Precisamos crescer com elas, saber usá-las a nosso favor.
A crise costuma ser como uma peneira em nossas vidas. Ela vem para filtrar tudo que há de ruim e pode nos atrasar.
Devemos lembrar que o verdadeiro amor, o amor que vem de Deus, jamais acabará. Esse é o amor que jamais entra em crise, ao contrário do amor mundano, aquele que mantemos por amigos e parentes.
O amor de Cristo é prova única da nossa salvação. Não existe nada mais puro e verdadeiro que a vida que o Filho de Deus, Jesus Cristo, deu por nós.
Só aquele que aceitou Deus em sua vida conheceu o verdadeiro amor. Aquele que permanece no amor, permanece em Cristo, pois, Ele é o maior símbolo do amor.
O mais especial na relação que mantemos com Deus é que Ele nos amou primeiro. A iniciativa de nos ter próximos partiu d'Ele.
Ao longo da história, temos muitos exemplos de pessoas que amaram verdadeiramente. E agora é nossa vez de darmos nossa prova de amor, é a nossa hora de mantermos o Espírito de Deus vivo em cada um de nós. O nosso acampamento tem esse objetivo. Provar para Deus que o nosso amor por Ele jamais acabará. Ao amarmos o próximo, estamos seguindo os ensinamentos de Cristo e, consequentemente, amando-O.
O verdadeiro amor não nos deixa parar. Ele nos impulsiona para algo muito maior, sempre extraindo o melhor de nossos corações. Precisamos entender que servimos a Deus, e precisamos viver essa servidão. Essa devoção deve ser uma batalha diária. Devemos renovar todos os dias o amor em Cristo, pois Ele faz isso por nós todos os dias. Ele sempre está pronto para nos acolher com todo Seu amor e misericórdia.
Onde uma ou mais pessoas estiverem reunidas em nome de Deus, lá Ele estará. Por isso, uma família construída com base nos ensinamentos de Deus está preparada para toda e qualquer provação.

"O verdadeiro amor não nos deixa parar. Ele nos impulsiona para algo muito maior!", afirma o missionário
Foto: Robson Siqueira
Muitas
pessoas ainda confundem o verdadeiro relacionamento entre um homem e
uma mulher; este não deve ser baseado no prazer, mas sim no respeito, na
fidelidade, no carinho e, principalmente, companheirismo. Um
marido (ou uma esposa) é muito mais do que a pessoa com quem você vai
dividir a cama ou os momentos de alegria. Essa pessoa deve ser sua base,
sua estrutura para enfrentar a vida.
Infelizmente, chega-se a um ponto em que o relacionamento acumula muitas mágoas e tristezas. É nesse momento que nós devemos saber filtrar esses sentimentos para, dessa forma, sairmos ainda mais fortalecidos da crise. E o resultado de toda crise é uma decisão. Agora depende de nós escolhermos o caminho que queremos trilhar. Uma decisão pode trazer consequências para o resto de nossas vidas. Por isso, mais do que às nossas alegrias, devemos dar atenção especial às crises, porque nelas é que tiramos o melhor de nós e saímos fortalecidos para crises futuras.
Infelizmente, chega-se a um ponto em que o relacionamento acumula muitas mágoas e tristezas. É nesse momento que nós devemos saber filtrar esses sentimentos para, dessa forma, sairmos ainda mais fortalecidos da crise. E o resultado de toda crise é uma decisão. Agora depende de nós escolhermos o caminho que queremos trilhar. Uma decisão pode trazer consequências para o resto de nossas vidas. Por isso, mais do que às nossas alegrias, devemos dar atenção especial às crises, porque nelas é que tiramos o melhor de nós e saímos fortalecidos para crises futuras.
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza
Nota de Pesar
*17/09/1957
+12/08/2012
Bem-aventurados os limpos de
coração, porque eles verão a Deus. (Mateus 5, 3-12)
No último domingo dia 12/08/2012, a Igreja Católica de Ibicaraí não perdeu apenas uma fiel, mais um um exemplo de católica dedicada ao seu serviço a Deus.
Senhor Chamastes a nossa querida irmã Cecília Maria de Aragão Aguiar, pedimos que conduza ela a felicidade que é a sua eterna presença. Estendemos nossos pêsames à família
enlutada e oramos para que superem este momento difícil na paz e na confiança da
palavra de Jesus Cristo.
"Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que esteja mort, vicerá." João 11,25
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Agosto – o mês das vocações
Falar
em vocação nos traz de imediato à mente a compreensão de um chamado e
de uma missão a cumprir. Os documentos da Igreja ensinam que toda pessoa
é vocação. Sob a luz da fé cristã, não nascemos apenas do encontro do
amor de um homem com uma mulher, mas, todos somos pensados e queridos
por Deus desde sempre e para sempre. Toda pessoa tem uma origem divina e
humana ao mesmo tempo.
Em nossa origem divina e humana,
feitos à imagem de Deus, somos todos missionários na essência de nosso
ser. Cada pessoa, onde quer que se encontre, tem uma missão a viver e a
cumprir. Ninguém é maior, ninguém é menor. Na fé cristã, o valor de
alguém, não se mede pelo cargo que ocupa, mas, pelo amor que se vive.
Somos membros vivos uns dos outros. Todos são necessários.
Essa consciência do valor da
vida nos leva ao dever de compromisso na solidariedade com todos,
principalmente com os mais pequeninos e necessitados de nosso mundo.
Santo Agostinho afirma: “A maior glória de Deus é a dignidade do homem”.
É, portanto, impensável viver a
fé sem a consciência de um compromisso sério de comunhão com Deus e com
os irmãos. “Quem diz amar a Deus a quem não vê e não ama o irmão a quem
vê, se engana a si mesmo e é mentiroso” (1Jo.4,20-21).
Como
cristãos, devemos permanentemente nos questionar sobre as exigências
práticas de nossa vocação e vida cristã. Como valorizamos nossa vida e a
vida de todos que nos cercam? Que tempo investimos no cultivo dos
valores da vida em família, na comunidade e na Igreja? É bom saber.
Valor não é um conceito e nem apenas um conhecimento, mas, um bem que
investimos e levamos a sério em nossa vida.Esta é a verdade.
No
amor somente se partilha aquilo que se é. “Ama teu próximo como a ti
mesmo” Lc.10,27. Quem não se ama e não é honesto consigo não ama a
ninguém. Como querer transformar os outros, o mundo, se por primeiro não
nos transformamos a nós próprios? Sem dúvida, o mundo precisa de
doutores e de teólogos, mas precisa acima de tudo de pessoas que vivam
sua fé. Neste mês em que à Igreja nos convida a refletir sobre a
vocação, somos convidados a pensar sobre que valor damos a nossa vida e a
vida de todos. Sem dúvida, faz muito sentido refletir sobre como cada
um vive em família, na comunidade, na Igreja e em sua missão específica
no mundo.
(Padre Evaristo Debiasi)
Chegamos aos 102 %
A Canção Nova está em festa !
Em
festa, e com o coração agradecido a Deus e a você, sócio evangelizador
que acredita nesta Obra de Deus e se empenha todos os meses para manter a
evangelização de tantas pessoas!
Fechamos hoje a Campanha do Mês de Julho alcançando os 102%!
Isto é Obra do Senhor! Um Milagre aos nossos Olhos!
Mais uma vez, obrigado a você, que é Família Canção Nova conosco!
REVOLUÇÃO JESUS
VEM AI…DIAS 25 E 26 DE AGOSTO:
EM ITABUNA
DOIS DIAS DE MUITA ANIMAÇÃO,ORAÇÃO, LOUVOR, ADORAÇÃO E APROFUNDAMENTO

(Bento XVI)
PRESENÇA DE ADRIANO GONÇALVES, missionário da comunidade Canção Nova
LOCAL : CENTRO PASTORAL DA IGREJA SÃO JUDAS TADEU
GARANTA LOGO A SUA INSCRIÇÃO NA LOJA CANÇÃO NOVA, NO VALOR DE 5,00
VOCÊ NÃO PODE PERDER!!!!!!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Nasceu da Virgem Maria

Concebido pelo poder do Espírito Santo
"Na plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho
ao mundo, que nasceu de uma mulher..." (Gl 4,4). No tempo determinado
por Deus, no auge do Império Romano, o maior que a humanidade já
conheceu, no reinado de Otávio Augusto (30 aC – 14dC), o Filho Único do
Pai, a Palavra Eterna, o Verbo, a Imagem substancial do Pai encarnou-se
no seio da Virgem Maria sem perder a natureza divina, assumindo a
natureza humana. A Igreja ensina que Jesus foi concebido por obra e
graça do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, pois isso foi revelado
por Deus.
“O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo... O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1,30-35).
Deus escolheu a Virgem Maria para ser a mãe de Seu Filho. "Cheia de graça", a Imaculada é "o fruto mais excelente da Redenção". Desde o primeiro instante de sua concepção, ela foi preservada do pecado original e permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida (cf. §508). Esse dogma de fé foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio IX, em 1854, pela Bula Pontifícia “Inefabilis Deus”. Ela é, verdadeiramente, a mãe de Deus, a mãe do Filho Eterno de Deus feito homem.
Maria "permaneceu Virgem concebendo seu Filho, ao dá-lo à luz, ao carregá-lo. Virgem ao alimentá-lo de seu seio, virgem sempre, a serva do Senhor" (Lc 1,38). No “Credo do Povo de Deus”, Paulo VI disse: “Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo; e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime, e preservada imune de toda a mancha do pecado original; e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne”(n. 14).
E Paulo VI confirma que Nossa Senhora foi elevada ao céu de corpo e alma, dogma da assunção, proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII, em 1950, pela Bula Pontifícia “Munificientíssimus Deus”.
“Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção, a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial; e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos. Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos” (n. 15).Assista também: " Quem é Maria?", com professor Felipe Aquino Para salvar a humanidade, Jesus precisava ser Deus e Homem ao mesmo tempo, para poder ser o mediador entre Deus e os homens e poder oferecer à Justiça Divina uma reparação humana, mas de valor infinito, que só o Senhor pode oferecer. A Carta aos Hebreus diz que: “por isso convinha que ele se tornasse em tudo semelhante aos seus irmãos, para ser um pontífice compassivo e fiel no serviço de Deus, capaz de expiar os pecados do povo” (Hb 2,17).
A Igreja ensina que Jesus Cristo é “verdadeiro Deus” e “verdadeiro homem”, na unidade de Sua Pessoa Divina: por isso Ele é “o único mediador entre Deus e os homens” (1Tm 2,4). A Pessoa de Jesus é divina, mas Ele possui duas naturezas: a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus. Cristo tem inteligência e vontade humanas, perfeitamente concordantes e submetidas à sua inteligência e à sua vontade divinas que tem em comum com o Pai e o Espírito Santo.
A Igreja teve de enfrentar várias heresias que negavam a humanidade plena de Jesus ou a sua divindade. Houve a heresia chamada “monarquianismo” (dinamista e modalista), a qual defendia Jesus como sendo um mero homem que, no momento do batismo, foi revestido de poder (dynamis) divino. Jesus era, portanto, considerado um “homem especial adotado por Deus como Filho”. O mentor desta heresia foi Teódoto de Bizâncio, que o Papa São Vítor (189-199) excomungou em 190. O bispo Paulo de Samósata, homem ambicioso, apoiou essa heresia no século III.
O monarquianismo modalista ensinava que o Filho era o próprio Pai ou “o modo pelo qual o Pai se manifestava”; assim, o Pai teria padecido na cruz. O Papa Zeferino (198-217) afirmou a Divindade de Cristo e a unidade de essência em Deus sem negar a diversidade de pessoas do Pai e do Filho. O Papa Calisto (217-222) também combateu a heresia. O modalismo foi sistematizado pelo sacerdote Sabélio, em Roma, e estendido ao Espírito Santo. O modalismo não via nas Pessoas Divinas senão “modos” de ação de um só Deus; não pessoas reais individualizadas. A teoria de Sabélio foi combatida em Roma também por Santo Hipólito.
Em 325, o Concílio Universal de Nicéia, o primeiro da Igreja, condenou a terrível heresia chamada arianismo, de Ário, um sacerdote de Alexandria, no Egito. Ele ensinava que Jesus não era Deus, mas a mais bela criatura de Deus, por meio de quem o Pai teria criado todas as coisas. Foi uma heresia que deu muito trabalho à Igreja, porque alguns imperadores romanos cristãos se tornaram hereges e protegeram esta heresia (Constâncio II, Valente). No ano 431, no Concílio de Éfeso, a Igreja condenou a heresia de Nestório, Patriarca de Constantinopla, pois este ensinava que em Jesus há duas pessoas, e que Maria não era mãe de Deus, apenas mão do homem Jesus. O Concílio de Éfeso disse que Maria é “Theotókos” (Mãe de Deus).
Outra heresia foi o “apolinarismo’, de Apolinário de Laodicéia. Ele negava que Jesus tivesse alma humana, condenada pela Igreja; outra foi o monofisismo de Êutiques, um monge de Constantinopla que negava a natureza humana de Jesus; condenada pela Igreja no Concílio Ecumênico de Calcedônia, em 451, pelo Papa Leão Magno. Outra foi o “monoteletismo” de Sérgio, patriarca de Constantinopla; ele negava que Jesus tivesse uma vontade humana; condenada pelo Concílio de Constantinopla III, em 680. E outras menos importantes.
Se Jesus não fosse perfeitamente homem e perfeitamente Deus, não poderia ser o Redentor da humanidade; essa era a questão chave que a Igreja defendia e defende.
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
“O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo... O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1,30-35).
Deus escolheu a Virgem Maria para ser a mãe de Seu Filho. "Cheia de graça", a Imaculada é "o fruto mais excelente da Redenção". Desde o primeiro instante de sua concepção, ela foi preservada do pecado original e permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida (cf. §508). Esse dogma de fé foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio IX, em 1854, pela Bula Pontifícia “Inefabilis Deus”. Ela é, verdadeiramente, a mãe de Deus, a mãe do Filho Eterno de Deus feito homem.
Maria "permaneceu Virgem concebendo seu Filho, ao dá-lo à luz, ao carregá-lo. Virgem ao alimentá-lo de seu seio, virgem sempre, a serva do Senhor" (Lc 1,38). No “Credo do Povo de Deus”, Paulo VI disse: “Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo; e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime, e preservada imune de toda a mancha do pecado original; e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne”(n. 14).
E Paulo VI confirma que Nossa Senhora foi elevada ao céu de corpo e alma, dogma da assunção, proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII, em 1950, pela Bula Pontifícia “Munificientíssimus Deus”.
“Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção, a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial; e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos. Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos” (n. 15).Assista também: " Quem é Maria?", com professor Felipe Aquino Para salvar a humanidade, Jesus precisava ser Deus e Homem ao mesmo tempo, para poder ser o mediador entre Deus e os homens e poder oferecer à Justiça Divina uma reparação humana, mas de valor infinito, que só o Senhor pode oferecer. A Carta aos Hebreus diz que: “por isso convinha que ele se tornasse em tudo semelhante aos seus irmãos, para ser um pontífice compassivo e fiel no serviço de Deus, capaz de expiar os pecados do povo” (Hb 2,17).
A Igreja ensina que Jesus Cristo é “verdadeiro Deus” e “verdadeiro homem”, na unidade de Sua Pessoa Divina: por isso Ele é “o único mediador entre Deus e os homens” (1Tm 2,4). A Pessoa de Jesus é divina, mas Ele possui duas naturezas: a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus. Cristo tem inteligência e vontade humanas, perfeitamente concordantes e submetidas à sua inteligência e à sua vontade divinas que tem em comum com o Pai e o Espírito Santo.
A Igreja teve de enfrentar várias heresias que negavam a humanidade plena de Jesus ou a sua divindade. Houve a heresia chamada “monarquianismo” (dinamista e modalista), a qual defendia Jesus como sendo um mero homem que, no momento do batismo, foi revestido de poder (dynamis) divino. Jesus era, portanto, considerado um “homem especial adotado por Deus como Filho”. O mentor desta heresia foi Teódoto de Bizâncio, que o Papa São Vítor (189-199) excomungou em 190. O bispo Paulo de Samósata, homem ambicioso, apoiou essa heresia no século III.
O monarquianismo modalista ensinava que o Filho era o próprio Pai ou “o modo pelo qual o Pai se manifestava”; assim, o Pai teria padecido na cruz. O Papa Zeferino (198-217) afirmou a Divindade de Cristo e a unidade de essência em Deus sem negar a diversidade de pessoas do Pai e do Filho. O Papa Calisto (217-222) também combateu a heresia. O modalismo foi sistematizado pelo sacerdote Sabélio, em Roma, e estendido ao Espírito Santo. O modalismo não via nas Pessoas Divinas senão “modos” de ação de um só Deus; não pessoas reais individualizadas. A teoria de Sabélio foi combatida em Roma também por Santo Hipólito.
Em 325, o Concílio Universal de Nicéia, o primeiro da Igreja, condenou a terrível heresia chamada arianismo, de Ário, um sacerdote de Alexandria, no Egito. Ele ensinava que Jesus não era Deus, mas a mais bela criatura de Deus, por meio de quem o Pai teria criado todas as coisas. Foi uma heresia que deu muito trabalho à Igreja, porque alguns imperadores romanos cristãos se tornaram hereges e protegeram esta heresia (Constâncio II, Valente). No ano 431, no Concílio de Éfeso, a Igreja condenou a heresia de Nestório, Patriarca de Constantinopla, pois este ensinava que em Jesus há duas pessoas, e que Maria não era mãe de Deus, apenas mão do homem Jesus. O Concílio de Éfeso disse que Maria é “Theotókos” (Mãe de Deus).
Outra heresia foi o “apolinarismo’, de Apolinário de Laodicéia. Ele negava que Jesus tivesse alma humana, condenada pela Igreja; outra foi o monofisismo de Êutiques, um monge de Constantinopla que negava a natureza humana de Jesus; condenada pela Igreja no Concílio Ecumênico de Calcedônia, em 451, pelo Papa Leão Magno. Outra foi o “monoteletismo” de Sérgio, patriarca de Constantinopla; ele negava que Jesus tivesse uma vontade humana; condenada pelo Concílio de Constantinopla III, em 680. E outras menos importantes.
Se Jesus não fosse perfeitamente homem e perfeitamente Deus, não poderia ser o Redentor da humanidade; essa era a questão chave que a Igreja defendia e defende.
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Jesus, companheiro e amigo da nossa vida
Estamos em Cesareia de Filipe. Jesus quer medir o “termômetro” sobre Si, então pergunta aos Seus discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?”. Um profundo silêncio se espalha entre eles e, num tom celestial, Pedro responde: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Jesus ganha um adjetivo. Ele é o Cristo, o
Ungido. O termo deriva do fato de, no Antigo Testamento, os reis,
profetas e sacerdotes, no momento de sua eleição, serem consagrados
mediante uma unção com óleo perfumado. Cada vez mais claramente, na
Bíblia, fala-se de um Ungido ou Consagrado especial que virá, nos
últimos tempos, para realizar as promessas da salvação de Deus a seu
povo.
Toda a tradição primitiva da Igreja é
unânime ao proclamar que Jesus de Nazaré é o Messias esperado. Ele
mesmo, segundo Marcos, se proclamará tal ante o Sinédrio. À pergunta do
sumo sacerdote: “És tu o Cristo, o Filho do Bendito?”, Ele responde: “Sim, eu o sou”.
Jesus aceita ser identificado com o
Messias esperado, mas não com a ideia que o Judaísmo havia construído
sobre o messias. Na opinião dominante, este era visto como um líder
político e militar que livraria Israel do domínio pagão e instauraria,
pela força, o Reino de Deus na Terra.
Jesus teve de corrigir, profundamente,
esta ideia compartilhada por Seus próprios apóstolos antes de permitir
que se falasse d’Ele como Messias. A isso se orienta o discurso que
segue imediatamente: “E começou a ensiná-los que o Filho do Homem devia sofrer muito…” A dura palavra dirigida a Pedro, que busca dissuadi-Lo de tais pensamentos: “Afasta-te de mim, Satanás!”
é idêntica à dirigida ao tentador do deserto. Em ambos os casos,
tratam-se, de fato, do mesmo objetivo de desviar-lhe do caminho que o
Pai lhe indicou, o do Servo sofredor de Javé, por outro que é segundo os
homens, não segundo Deus.
Lamentavelmente, temos de constatar que o
erro de Pedro se repetiu na história. Também determinados homens e
mulheres da Igreja se comportaram – em certas épocas – como se o Reino
de Deus fosse deste mundo e como se fosse necessário afirmar-se com a
vitória sobre os inimigos, em vez de fazê-lo com o sofrimento e o
martírio.
Todas as palavras do Evangelho são
atuais, mas o diálogo de Cesareia de Filipe o é de forma todo especial. A
situação não mudou. Também hoje, sobre Jesus há as mais diversas
opiniões das pessoas: um Profeta, um grande Mestre, uma grande
Personalidade. Converteu-se numa moda apresentá-Lo nos espetáculos e nas
novelas, nos costumes e com as mensagens mais estranhas.
No Evangelho, Jesus não parece se
surpreender com as opiniões das pessoas nem se preocupa em desmenti-las.
Só propõe uma pergunta aos discípulos e, assim, o faz também hoje: “Para vós, para você, quem sou eu?”. Existe um salto por dar que não vem da carne nem do sangue, mas que é dom de Deus e é preciso acolhê-lo.
A cada dia, há homens e mulheres que dão
este salto. Às vezes, trata-se de pessoas famosas – atores, atrizes,
homens de cultura – e, então, são notícia. Mas infinitamente mais
numerosos são os crentes desconhecidos. Em certas ocasiões, os
não-crentes interpretam estas conversões como fraqueza, crises
sentimentais ou busca de popularidade e pode dar-se que, em algum caso,
seja assim. Mas seria uma falta de respeito à consciência dos outros
arrojar descrédito sobre cada história de conversão.
Uma coisa é certa: os que deram este
salto não voltarão atrás por nada deste mundo. Mais ainda:
surpreendem-se de ter podido viver tanto tempo sem a luz e a força que
vem da fé em Cristo. Como São Hilário de Poitiers, que se converteu
sendo adulto, estão dispostos a exclamar: “Antes de conhecer-te, eu não existia”.
Tenho de proclamar o Seu Nome: Jesus é o
Cristo, o Filho do Deus vivo! Foi Ele quem nos revelou o Deus invisível.
É Ele o Primogênito de toda a criação, é n’Ele que todas as coisas têm a
sua subsistência. Ele é o Senhor da humanidade e o Seu Redentor que
nasceu, morreu e ressuscitou por nós.
Ele é o centro da história do mundo.
Conhece-nos e nos ama. É o companheiro e amigo da nossa vida, o homem
das dores (Is 53,3) e da esperança. É Aquele que há de vir, que será
finalmente o nosso Juiz e também – assim confiamos – a nossa vida plena e
a nossa beatitude.
Padre Bantu Mendonça
Ser pai é...
Posso dizer, em primeiro lugar, que ser Pai é um dom
de Deus, uma grande graça para nós homens que temos essa oportunidade
dada por Ele.
Viver a experiência de ser pai é tocar no milagre de Deus podendo participar da ação criadora Divina. Hoje eu sou pai de duas filhas : Camila de 5 anos e Maria Julia de 6 meses.
Um dia, vendo uma pregação do meu irmão de comunidade Dunga, ele disse algo que me tocou muito e que trago comigo até hoje: "Assim como o filho aprende com o passar dos anos a ser filho, assim também o pai aprende a ser pai na medida em que o filho vá crescendo."
Posso dizer que estou a quase seis anos aprendendo a ser pai e neste tempo, como Deus tem me ensinado e formado através das duas, cada uma com o seu jeitinho e maneira de lidar. Realmente posso dizer que uma filha nunca é igual à outra. Por isso ser pai é um desafio maravilhoso de amor para com os nossos filhos.
Apoiado pela minha esposa Benedita eu vivo a experiência de amar em cada fase que elas estão passando.
Viver a experiência de ser pai é tocar no milagre de Deus podendo participar da ação criadora Divina. Hoje eu sou pai de duas filhas : Camila de 5 anos e Maria Julia de 6 meses.
Um dia, vendo uma pregação do meu irmão de comunidade Dunga, ele disse algo que me tocou muito e que trago comigo até hoje: "Assim como o filho aprende com o passar dos anos a ser filho, assim também o pai aprende a ser pai na medida em que o filho vá crescendo."
Posso dizer que estou a quase seis anos aprendendo a ser pai e neste tempo, como Deus tem me ensinado e formado através das duas, cada uma com o seu jeitinho e maneira de lidar. Realmente posso dizer que uma filha nunca é igual à outra. Por isso ser pai é um desafio maravilhoso de amor para com os nossos filhos.
Apoiado pela minha esposa Benedita eu vivo a experiência de amar em cada fase que elas estão passando.

Arquivo
Hoje procuro dar as minhas filhas amor, aconchego e
segurança. Procuro principalmente ser exemplo do Amor de Deus Pai, mesmo
que eu seja tão imperfeito e falho, mostrando a elas a beleza deste
amor Divino.
Como é bom ser pai e poder acompanhar o crescimento de um bebê que é frágil, indefeso e que depende de tudo e, à medida que damos apoio, afeto, cuidado e atenção que necessitam, o amor, a educação, o caráter e a religião vão desenvolvendo esta criança para um futuro vitorioso, dando a ela atitudes e reações próprias. De certa forma ela começa a criar uma independência.
O lindo quando buscamos viver a experiência de ser pai, sendo um homem de Deus, é que damos uma forma, um caráter e uma personalidade aliados ao amor de Deus e como isso faz a diferença na vida de nossos filhos. Tudo se torna mais fácil e simples, mesmo nas adversidades e contrariedades.
Como é esplêndido ver o olhar e o sorriso da minha filha Camila, correndo em minha direção para receber o meu abraço e sentir no afago uma segurança de um lar estabilizado pelo o Amor e poder lhe falar que sempre estarei ao seu lado como referência e segurança.
De fato uma das coisas mais dolorosas para mim é quando preciso corrigi-la para que ela cresça e seja formada para ser uma jovem santa, que respeita as pessoas, ame a Deus a cima de tudo e também ao próximo.
Outra experiência é quando erro com a minha filha. Sempre busco conversar com ela pedindo perdão pelo o erro que cometi. Procuro mostrar que o papai não é perfeito e tem muitas falhas, mas que o meu amor por ela supera as minhas fraquezas.
Quero encerrar essa partilha dizendo aos pais que vale a pena viver essa linda experiência de amar os seus filhos, de ser verdadeiramente co-participadores da criação divina, não somente trazendo-os ao mundo, mas levando-os a descobrirem que são filhos amados de Deus, que suas vidas têm um sentido e que nasceram para dar certo, para o céu, para uma vida além desta e que hoje a nossa parte é educá-los e formá-los para um mundo novo.
Um grande abraço!
Jimmy Fioramonte,
membro da Comunidade Canção Nova
Como é bom ser pai e poder acompanhar o crescimento de um bebê que é frágil, indefeso e que depende de tudo e, à medida que damos apoio, afeto, cuidado e atenção que necessitam, o amor, a educação, o caráter e a religião vão desenvolvendo esta criança para um futuro vitorioso, dando a ela atitudes e reações próprias. De certa forma ela começa a criar uma independência.
O lindo quando buscamos viver a experiência de ser pai, sendo um homem de Deus, é que damos uma forma, um caráter e uma personalidade aliados ao amor de Deus e como isso faz a diferença na vida de nossos filhos. Tudo se torna mais fácil e simples, mesmo nas adversidades e contrariedades.
Como é esplêndido ver o olhar e o sorriso da minha filha Camila, correndo em minha direção para receber o meu abraço e sentir no afago uma segurança de um lar estabilizado pelo o Amor e poder lhe falar que sempre estarei ao seu lado como referência e segurança.
De fato uma das coisas mais dolorosas para mim é quando preciso corrigi-la para que ela cresça e seja formada para ser uma jovem santa, que respeita as pessoas, ame a Deus a cima de tudo e também ao próximo.
Outra experiência é quando erro com a minha filha. Sempre busco conversar com ela pedindo perdão pelo o erro que cometi. Procuro mostrar que o papai não é perfeito e tem muitas falhas, mas que o meu amor por ela supera as minhas fraquezas.
Quero encerrar essa partilha dizendo aos pais que vale a pena viver essa linda experiência de amar os seus filhos, de ser verdadeiramente co-participadores da criação divina, não somente trazendo-os ao mundo, mas levando-os a descobrirem que são filhos amados de Deus, que suas vidas têm um sentido e que nasceram para dar certo, para o céu, para uma vida além desta e que hoje a nossa parte é educá-los e formá-los para um mundo novo.
Um grande abraço!
Jimmy Fioramonte,
membro da Comunidade Canção Nova
A esperança não decepciona

Padre Ivan Paixão
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Uma
esperança não é cultivada é fadada à morte. Isso acontece também com o
cristão que não cultiva a esperança, pois ele estará fadado a perder sua
fé.
A Igreja nos apresenta um Deus que se faz esperança no meio do Seu povo. É justamente essa esperança, no cumprimento das promessas que nos foram feitas, que é alimento para nossa fé.
Cristo é o alicerce das nossas vidas, foi Ele quem bateu a estaca em nossas almas por meio do batismo que recebemos. E é por meio deste mesmo Espírito, recebido no batismo, que não podemos nos acomodar ou desistir de lutar a cada dia.
A melhor forma para atualizarmos este Espírito é pela oração, a qual, na verdade, é a maior súplica que podemos elevar aos céus. Uma vida sem oração é uma vida desgovernada que, geralmente, possui um fim trágico.
Quantos de nós está nessa vida de desgoverno? Mas se Cristo é o nosso Senhor e o fundamento da nossa existência, Ele precisa também ser o governante dos nossos pensamentos, sentimentos, ações e, principalmente, nossas decisões.
Quando você se dispõe a dialogar com Deus, apresentando suas misérias, dificuldades, carências e desafios, é quando acontece a maior oração com Deus Pai: a oração pessoal.
A prosperidade prometida por Deus não tem relação nenhuma com as coisas dessa vida. Não fique buscando acumular bens nesta terra, pois a promessa do Senhor foi feita para algo muito maior.
Não viva falsas esperanças, prendendo-se ao materialismo, porque, enquanto você busca essas coisas, o seu lar pode estar sendo destruído pela confusão que este mundo quer gerar na sua família.
As famílias se dividem dentro do próprio lar, pois o marido só tem olhos para o trabalho, chegando tarde do trabalho e sem tempo para sua família; enquanto a esposa prefere passar o seu tempo diante da televisão em vez de ser companhia para seu marido no período que ele está em casa.
A Igreja nos apresenta um Deus que se faz esperança no meio do Seu povo. É justamente essa esperança, no cumprimento das promessas que nos foram feitas, que é alimento para nossa fé.
Cristo é o alicerce das nossas vidas, foi Ele quem bateu a estaca em nossas almas por meio do batismo que recebemos. E é por meio deste mesmo Espírito, recebido no batismo, que não podemos nos acomodar ou desistir de lutar a cada dia.
A melhor forma para atualizarmos este Espírito é pela oração, a qual, na verdade, é a maior súplica que podemos elevar aos céus. Uma vida sem oração é uma vida desgovernada que, geralmente, possui um fim trágico.
Quantos de nós está nessa vida de desgoverno? Mas se Cristo é o nosso Senhor e o fundamento da nossa existência, Ele precisa também ser o governante dos nossos pensamentos, sentimentos, ações e, principalmente, nossas decisões.
Quando você se dispõe a dialogar com Deus, apresentando suas misérias, dificuldades, carências e desafios, é quando acontece a maior oração com Deus Pai: a oração pessoal.
A prosperidade prometida por Deus não tem relação nenhuma com as coisas dessa vida. Não fique buscando acumular bens nesta terra, pois a promessa do Senhor foi feita para algo muito maior.
Não viva falsas esperanças, prendendo-se ao materialismo, porque, enquanto você busca essas coisas, o seu lar pode estar sendo destruído pela confusão que este mundo quer gerar na sua família.
As famílias se dividem dentro do próprio lar, pois o marido só tem olhos para o trabalho, chegando tarde do trabalho e sem tempo para sua família; enquanto a esposa prefere passar o seu tempo diante da televisão em vez de ser companhia para seu marido no período que ele está em casa.

"Cristo é o alicerce das nossas vidas", ensina padre Ivan Paixão
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Este é o exemplo que você quer deixar para seus filhos? Eles serão
reflexo do amor, respeito e caridade que brota dos seus pais.
A solidão tem sido a principal doença nas nossas família. Tem sido muito mais fácil se fechar no seu mundo, sem amar e sem perdoar, do que promover o diálogo, a docilidade, a alegria e a esperança de tempos melhores.
Temos aberto as portas de nossas casas para muitas coisas e fechado para aquilo que é mais importante: Deus. Você é responsável não somente por você, mas por todos aqueles que Jesus lhe confiou, por isso não permita que sua família se perca diante dos seus olhos.
Jesus Cristo é o único que jamais irá decepcioná-lo, independente das tribulações que possam chegar. Agarre-se n'Aquele que sempre o amou e, hoje, quer mostrar uma nova esperança para você e sua família.
A solidão tem sido a principal doença nas nossas família. Tem sido muito mais fácil se fechar no seu mundo, sem amar e sem perdoar, do que promover o diálogo, a docilidade, a alegria e a esperança de tempos melhores.
Temos aberto as portas de nossas casas para muitas coisas e fechado para aquilo que é mais importante: Deus. Você é responsável não somente por você, mas por todos aqueles que Jesus lhe confiou, por isso não permita que sua família se perca diante dos seus olhos.
Jesus Cristo é o único que jamais irá decepcioná-lo, independente das tribulações que possam chegar. Agarre-se n'Aquele que sempre o amou e, hoje, quer mostrar uma nova esperança para você e sua família.
Transcrição e adaptação: Gustavo Souza
Padre Ivan Paixão
Sacerdote consagrado da Comunidade Canção Nova.
domingo, 5 de agosto de 2012
Namoro: o que é, como acontece, onde vai dar
Paixão, amor, desejo, sexo, ficar, compromisso, casar ou
comprar uma bicicleta... Que confusão! Com tantos termos e conceitos que
a sociedade moderna impõe ao tempo do namoro fica a pergunta: Será que
não estamos travados?
Envie sua matéria sobre Namoro
Desde o tempo das cavernas a forma de relacionamento entre o
homem e a mulher passou por várias mudanças ao longo da história.
Sobretudo com as grandes transformações da sociedade do século XX e XXI
estas mudanças continuaram a acontecer, mas junto com elas também vieram
as perdas de alguns valores fundamentais para um relacionamento sadio.
A história deu várias voltas e chegamos aos dias de hoje com o namoro
estilo “test drive”, no qual é preciso a experiência antes de um
compromisso sério. Com a desculpa de que estamos vivendo numa nova
geração com novas formas de relacionamento a pessoa é de todos, ao mesmo
tempo em que não é de ninguém, e nesta confusão perguntamos: Afinal, o
que é o tempo do namoro?
“Namoro deve ser olhado sob a ótica da vocação, ou
seja, é um tempo de preparação para se assumir uma vocação específica
que é o matrimônio”, afirma padre Paulo Ricardo.

“Eu acho que as pessoas confundem muito a paixão com o amor. Existe,
sim, a paixão, aquela coisa gostosa de estar ao lado da pessoa, de
querer vê-la, de pensar o tempo todo nela, etc. Mas quando você começa a
conviver, a ver os defeitos, as falhas, a conhecer a pessoa como ela é
realmente, é aí que entra o amor”, afirma Ralphy.
Sim, o que Ralphy declarou acima é algo que a galera confunde muito: a paixão (desejo) com o amor. Quem
nunca ouviu aquela famosa frase: “Se você me ama me dê uma prova de
amor”? Nem precisamos adivinhar a intenção dessa “prova de amor”, não é
verdade?
Chegamos então a um assunto que é meio tabu entre os jovens,
inclusive os de dentro da Igreja: o sexo no namoro. “O sexo diz para a
outra pessoa: ‘Eu me entrego inteiro para você’. Se o sexo diz isso, que
sentido tem eu dizer ‘eu me entrego inteiro para você’ e depois me
levantar e ir para a minha casa?”, indaga padre Paulo Ricardo. Para o
sacerdote, o sexo no namoro é uma mentira porque divide o corpo e a
alma. “O sexo no namoro, em vez de solidificar a relação, a abala,
porque fica sempre a dúvida: ‘Será que esta pessoa me ama ou está usando
o meu corpo?’”
Padre Paulo Ricardo está correto segundo a Associação
Americana de Psicologia, que realizou uma pesquisa com mais de dois mil
casais nos Estados Unidos da América. O estudo constatou que os casais
que tiveram relação sexual somente depois do casamento obtiveram nota
22% mais alta na estabilidade conjugal, 15% mais alta na qualidade do
diálogo entre os cônjuges e 20% mais alta na qualidade da vida sexual em
comparação com casais que não viveram a castidade no namoro.
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