
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
História dos Santos
Santa Brígida
Você conhece as 15 orações de Santa Brígida?
E quem foi Santa Brígida???

Brígida gostava muito de Nossa Senhora. E um anjo disse à ela: “Não há ninguém que reze a Maria sem receber da sua caridade algum favor”.
Passou mais um tempo. Brígida tinha 10 anos. Um dia estava na Igreja quando viu Jesus na Cruz. Perguntou a Ele: “Jesus, quem te fez isto?” - E Ele respondeu: “Aqueles que me ofendem e não me querem amor”.
Brígida cresceu…
Como era o costume na Idade Média, Brígida casou com 14 anos.
Ela teve 8 filhos e era uma mãe muito boa. Um dia, Nossa Senhora explicou à Brígida:
“Uma
mãe que vê um filho exposto ao fogo inimigo numa guerra, não faz de
tudo para o tirar desse perigo?! Assim faço. E hei de fazer sempre, para
todos os pecadores que implorarem a Minha misericórdia.”
Santa Brígida ficou viúva muito nova, repartiu seus bens entre os filhos e os pobres e se fez freira.
E as 15 orações???
São famosas na Igreja as 15 orações de Santa Brígida…
Por muito tempo, Brígida ficou perguntando a Jesus quantos ferimentos
Ele havia recebido em Sua Paixão. Tanto perguntou, que num dia, quando
ela estava na Igreja de São Paulo em Roma, respondeu:
“Recebi em Meu Corpo, 5.480ferimentos.
Se queres honrar-los em verdade, com alguma veneração, reze 15 vezes o
Pai Nosso e também 15 vezes a Ave Maria, com as seguintes orações,
durante um ano completo. Ao terminar o ano, tereis venerado cada uma de
Minhas Chagas”.
Santa Brígida é venerada como a padroeira da Suécia.
Encontro Familiar da Catequese
No último dia 28 de Julho de 2012,
aconteceu na Escola Municipal Gilberto Amado de Ibicaraí um Encontro
Familiar com Pais, Mães, Catequizandos e a Coordenação da Pastoral da
Catequese da nossa Paróquia.
O nosso encontro ainda teve a presença
especial da nossa querida e estimada Irmã Cintia da Ordem das Hermanitas
da Espanha onde com toda a sua sabedoria veio nos falar um pouco sobre a
Nossa Querida Igreja Católica e sobre o Santo Sacramento da Eucaristia.
Iniciamos as 15h00min com a oração
inicial dirigida pelo Catequista Marcos Menezes onde logo após foi feita
a Proclamação do Evangelho de São Lucas Cap. 1,26-38 onde foi feita uma
breve reflexão, logo após foi passada a palavra para a Irmã Cintia,
onde nos fez uma bela explanação do tema do nosso encontro. Foi colocado
por nossa querida Irmã a importância da presença real de Jesus Cristo
na Eucaristia e a presença real dele no nosso meio, onde foi feito o
convite de levar as crianças, adolescentes juntamente com toda a família
para a igreja, foi passada a palavra para a Coordenadora paroquial da
Catequese Jussara Brandão onde falou da importância da festa da 1ª
Eucaristia o primeiro encontro pessoal com Jesus vivo na Eucaristia.
Sandoval Vice-Coordenador da pastoral falou da importância da Eucaristia
na familia. Foi feito os agradecimentos a todos os presentes e feito o
convite de continurem nessa jornada, nessa caminhada com Jesus. Foi um
evento para se ficar marcado na história da Pastoral da Catequese da
nossa Paróquia do Senhor Deus Menino de Ibicaraí.
Segue aqui algumas das imagens feitas durante o nosso encontro.
Fotos: Créditos Lorena Lima.
O que é ser Feliz?
Para ser feliz verdadeiramente
A sede de felicidade foi colocada em
nosso coração pelo próprio Deus, porque ele nos criou para sermos
felizes com Ele. Mas o pecado desvirtuou o sentido da felicidade; e
agora, ao invés de buscarmos a felicidade que traz alegria, corremos
atrás da felicidade que traz somente o prazer.
Inventaram agora um tal SEGREDO, através
do qual você pode satisfazer todos os seus desejos não atendidos até
hoje; é um sonho, uma miragem no deserto. A felicidade não é esta
proposta por esta magia fantasiosa. A Carta da Felicidade é aquela que
Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha.
Ser feliz não é ter uma vida perfeita,
sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a
esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas
quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância.
Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar
uma alegria perene no anonimato.
Ser feliz não é voar num céu sem
tempestade, caminhar numa estrada sem acidentes, trabalhar sem fadiga e
cansaço, ou viver relacionamentos sem decepções; é saber tirar a alegria
de tudo isto e apesar de tudo isto.
Ser feliz não é só valorizar o sorriso e a
festa, mas saber também refletir sobre o valor da dor e a tristeza. Não
é só se rejubilar com os sucessos e as vitórias, mas saber tirar as
grandes lições de cada fracasso amargo.
Ser feliz é não se decepcionar e nem
desanimar com os obstáculos e dificuldades, mas usá-los para abrir as
janelas da inteligência e modelar a maturidade.
Ser feliz é ser forte na hora de perdoar,
ter esperança no meio da batalha árdua, lutar com bravura diante do
medo, saber suportar os desencontros. É acreditar que a vida é a maior
empresa do mundo.
Ser feliz é jamais desistir de si mesmo e
das outras pessoas. É jamais desistir de ser feliz; vivendo e crendo
que a vida é um espetáculo e um banquete.
Ser feliz é uma atitude de vida; uma
maneira de encarar cada dia que recebemos como um lindo presente de
Deus. É não se esquecer de agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da
vida que se renova.
Ser feliz é crer que há pessoas esperando
o seu sorriso e que precisam dele. É saber procurar o que há de bom em
tudo e em todos, antes de ver os defeitos e os erros.
Ser feliz é não fazer dos defeitos dos
outros uma distância mas uma oportunidade de aproximação e de doação de
si mesmo. É saber entender as pessoas que pensam diferente de nós e
saber ouvi-las atentamente, sem respondê-las com raiva.
Ser feliz é saber ouvir o que cada pessoa
tem a nos dizer, sem prejulgar ou desprezar o que tem para nos dizer. É
saber sonhar, mas sem deixar o sonho se transformar em fuga alienante.
Ser feliz é fazer dos obstáculos degraus
para subir, sem deixar de ajudar aqueles que não conseguem subir os
degraus da vida. É saber a cada dia descobrir o que há de bom dentro de
você e usar isto para o seu bem e o dos outros.
Ser feliz é saber sorrir, mas sem se
esconder maliciosamente atrás do sorriso; mostrar-se como você é, sem
medo. É não ter medo dos próprios sentimentos e ter coragem de se
conhecer e de se amar. É deixar viver a criança alegre, feliz, simples e
pacífica que existe dentro de você.
Ser feliz é ser capaz de atravessar um
deserto fora de si mesmo, mas ser sempre capaz de encontrar um oásis
dentro no seu interior.
Ser feliz é ter coragem de ouvir um Não e
continuar a caminhada sem desanimar e desesperar. É ser capaz de
recomeçar de novo quando se errou o caminho. É acreditar que a vida é
mais bela do que a suas dores, desafios, incompreensões e crises.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se fazer autor da própria história.
Ser feliz é ter maturidade para saber dizer “eu errei”; “eu não sei”; “eu preciso de você”…
Ser feliz é ter os pés na terra e a
cabeça nas estrelas; ser capaz de sonhar, sem medo dos sonhos, mas saber
transformar os sonhos em metas.
Ser feliz é ser determinado e nunca abrir
mão de construir seu destino e arquitetar sua vida; não ter medo de
mudanças e saber tirar proveito delas. Saber tornar o trabalho objeto de
prazer e realização pessoal.
Ser feliz é estar sempre pronto a
aprender e se orgulhar de absorver o novo. Ter coragem para abrir
caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados.
Sem medo de errar.
Ser feliz é saber construir equipes e se
integrar nelas. Não tomar para si o poder, mas saber compartilhá-lo.
Saber estimular e fortalecer os outros, sem receio que lhe façam sombra.
É saber criar em torno de si um ambiente de fé e de entusiasmo.
Ser feliz é não se empolgar com seu
próprio brilho, mas com o brilho do resultado alcançado em conjunto. É
ter a percepção do todo sem perder a riqueza dos detalhes.
Ser feliz é não se esquecer de agradecer o
Sol, desfrutar gratuitamente dos encantos da natureza, do canto dos
pássaros, do murmúrio do mar, do brilho das estrelas, do aroma das
flores, do sorriso das crianças.
Ser feliz é cultivar muitas amizades; é estar pronto para ser ofendido sem ofender, sem julgar e condenar.
Ser feliz é não ter inveja e saber se
contentar com o que se tem; é saber aproveitar o tempo que passa; é não
sofrer por antecipação o que ainda não aconteceu; é saber valorizar
acima de tudo a vida.
Ser feliz é falar menos do que se pensa; é
cultivar uma voz baixa. É nunca deixar passar uma oportunidade sem
fazer o bem a alguém.
Ser feliz é saber chorar com os que choram, sorrir com os que sorriem, rezar com os que rezam.
Ser feliz é saber discordar sem se ofender e brigar; é recusar-se a falar das faltas dos outros; é não murmurar.
Ser feliz é saber respeitar os sentimentos dos outros; não magoar ninguém com gracejos e críticas ácidas.
Ser feliz é não precisar ficar se justificando; pois os amigos não precisam de explicações e os inimigos não acreditam nelas.
Ser feliz é nunca se revoltar com a vida;
é agir como a árvore que permanece calada mesmo observando com tristeza
que o cabo do machado que a corta é feito de sua madeira.
Ser feliz é ser como a raiz da árvore que passa a vida toda escondida para poder sustenta-la.
Ser feliz é não deixar que a tristeza
apague o seu sorriso; é não permitir que o rancor elimine o perdão; que
as decepções eliminem a confiança; que o fracasso vença o desejo da
vitória; que os erros vençam os acertos; que a ingratidão te faça parar
de ajudar; que a velhice elimine em você o animo da juventude; que a
mentira sufoque a verdade.
Ser feliz é ter força para ser firme, mas ter coragem para ser gentil; é ter coragem para ter dúvida.
Ser feliz é ter o universo como caminho; o
amor como lei; a paz como abrigo; a experiência como escola; a
dificuldade como estímulo; o trabalho como benção; o equilíbrio como
atitude; a dor como advertência; a perfeição como meta.
Ser feliz é amar a Deus e ao próximo.
Prof. Felipe Aquino
Um menino, cinco pães e dois peixes

O Cristianismo aprendeu a partilhar desde cedo
A Igreja
reza pedindo que Deus redobre, “multiplique” Seu amor para conosco, a
fim de que, conduzidos por Ele, usemos de tal modo os bens que passam,
podendo abraçar os que não passam. A administração dos bens sempre foi
um desafio para a humanidade, tanto que os sistemas econômicos, a partir
de visões diferentes, alternam-se ou se complementam numa busca
incansável das respostas adequadas às necessidades humanas. No
Evangelho, Jesus se ocupa, em Seus ensinamentos, parábolas ou milagres,
do tema dos bens a serem cuidados pela humanidade.
O fato da multiplicação de pães e peixes, milagre realizado por Jesus e narrado pelos quatro evangelistas, é carregado de ensinamentos, fonte inesgotável para a vida cristã em todos os tempos. São João no-lo descreve com grande riqueza de detalhes (Jo 6,1-15), reportando, no mesmo capítulo em que o descreve como um dos “sinais”, o discurso a respeito do Pão da Vida, no qual o Senhor confronta Seus próprios discípulos com a escolha decisiva que também orientará a vida de todos os homens e mulheres que viessem a acolher a Boa Notícia do Evangelho no correr dos séculos. De forma muito clara, abre ainda as mentes e os corações para o milagre cotidiano, com o qual o Senhor se faz presente na Eucaristia.
Dentre tantas riquezas da multiplicação de pães, podemos voltar os olhos para aquele menino que ofereceu a “contrapartida” para que o Senhor realizasse o milagre. As crianças nem eram contadas, tanto que o número de cinco mil homens pode ser multiplicado, pelas mulheres e crianças certamente presentes ao episódio da multiplicação. Jesus acolhe quem nem mesmo vale para a sociedade de seu tempo, recolhe o pouco que pode ser oferecido e multiplica. Desde cedo, o Cristianismo aprendeu com o seu Senhor e Mestre a verdade da partilha, ponto de partida para a intervenção da graça que, efetivamente, multiplica o que se pode oferecer, do menor ao maior, para chegar a todos que podem entrar, cada dia numa igreja, ter os olhos voltados para o altar e ali aprenderem a lição perene da multiplicação.
Assista também: "A Perfeição do amor!", com Dom Alberto Taveira
Muitas vezes, cantamos “sabes, Senhor, o que temos é tão pouco para dar, mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar”. As desculpas são muitas, pois um não possui nem mesmo moedas, outro não tem ideias, aquele não tem coragem e a muitos falta a criatividade ou a iniciativa. O apelo suscitado pelo Evangelho é a uma mudança que se pode chamar “cultural”. A cultura cristã tem a marca do “dar” e do “receber”, capacidade de oferecer o que se tem de melhor, mesmo que sejam os pães e os peixes do menino, as duas moedas da viúva pobre, o óleo perfumado da mulher pecadora ou a vida daqueles doze homens chamados por Jesus para começar tudo. Lições de Economia, Administração, Matemática! Voltemos à velha “tabuada”.
Tabuada de um! Para Deus vale o que você tem. Uma é a vida a ser oferecida. A chance que lhe é oferecida é irrepetível. Você pode gastá-la para ser feliz, olhando para o Senhor que só sabe amar e se oferecer neste amor infinito.
Houve um homem, bem conhecido meu, aliás - meu pai -, discreto e silencioso, tímido, mas do qual soubemos, após sua morte, ter dado bolsas de estudo a muitas pessoas pobres. O que fez com a mão direita, nem a esquerda soube, mas Deus fez aparecer os testemunhos quando já tinha sido chamado para junto d'Ele.
Tabuada de dois! Olhe ao seu redor, pois é sempre possível compartilhar e, ao mesmo tempo, receber muito dos outros. Pertinho de você existem pessoas amigas, há ouvidos abertos para escutar e gente que espera uma palavra que pode ser a sua. Comece o diálogo com a pessoa que se assenta ao seu lado num transporte coletivo, ou com quem está perto de você numa das muitas filas a serem enfrentadas. Oferta, escuta, gestos, atenção, bens materiais. Saiba receber com humildade e simplicidade. Vale a pena lembrar que bastam dois reunidos em nome de Jesus, que se amem mutuamente, para que Ele esteja presente.
Tabuada de cinco! Os dons de Deus são irrevogáveis e infinitamente desproporcionais às nossas capacidades e, eventualmente, pequenas ofertas. Basta verificar a quantidade de obras sociais nascidas do Evangelho no coração da Igreja para ver o quanto os meios pobres, mas bem administrados, são orvalhados pela graça. Quantos são os filhos sem nome ou sem genitores conhecidos que foram acolhidos! E a presença no campo da educação! Escute o que têm a dizer as muitas iniciativas de caridade. Conheça o que faz a Cáritas Arquidiocesana de Belém (PA), abra seus olhos para ver que nossa pobreza se faz riqueza, para que o que tem muito não tenha sobra e o que tem pouco não tenha falta. Onde houver um cristão de verdade, esteja presente o milagre da multiplicação! Um, dois, cinco, mil. Uma contabilidade nova! As contas de Deus serão sempre maiores, porque são do tamanho da eternidade.
O fato da multiplicação de pães e peixes, milagre realizado por Jesus e narrado pelos quatro evangelistas, é carregado de ensinamentos, fonte inesgotável para a vida cristã em todos os tempos. São João no-lo descreve com grande riqueza de detalhes (Jo 6,1-15), reportando, no mesmo capítulo em que o descreve como um dos “sinais”, o discurso a respeito do Pão da Vida, no qual o Senhor confronta Seus próprios discípulos com a escolha decisiva que também orientará a vida de todos os homens e mulheres que viessem a acolher a Boa Notícia do Evangelho no correr dos séculos. De forma muito clara, abre ainda as mentes e os corações para o milagre cotidiano, com o qual o Senhor se faz presente na Eucaristia.
Dentre tantas riquezas da multiplicação de pães, podemos voltar os olhos para aquele menino que ofereceu a “contrapartida” para que o Senhor realizasse o milagre. As crianças nem eram contadas, tanto que o número de cinco mil homens pode ser multiplicado, pelas mulheres e crianças certamente presentes ao episódio da multiplicação. Jesus acolhe quem nem mesmo vale para a sociedade de seu tempo, recolhe o pouco que pode ser oferecido e multiplica. Desde cedo, o Cristianismo aprendeu com o seu Senhor e Mestre a verdade da partilha, ponto de partida para a intervenção da graça que, efetivamente, multiplica o que se pode oferecer, do menor ao maior, para chegar a todos que podem entrar, cada dia numa igreja, ter os olhos voltados para o altar e ali aprenderem a lição perene da multiplicação.
Assista também: "A Perfeição do amor!", com Dom Alberto Taveira
Muitas vezes, cantamos “sabes, Senhor, o que temos é tão pouco para dar, mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar”. As desculpas são muitas, pois um não possui nem mesmo moedas, outro não tem ideias, aquele não tem coragem e a muitos falta a criatividade ou a iniciativa. O apelo suscitado pelo Evangelho é a uma mudança que se pode chamar “cultural”. A cultura cristã tem a marca do “dar” e do “receber”, capacidade de oferecer o que se tem de melhor, mesmo que sejam os pães e os peixes do menino, as duas moedas da viúva pobre, o óleo perfumado da mulher pecadora ou a vida daqueles doze homens chamados por Jesus para começar tudo. Lições de Economia, Administração, Matemática! Voltemos à velha “tabuada”.
Tabuada de um! Para Deus vale o que você tem. Uma é a vida a ser oferecida. A chance que lhe é oferecida é irrepetível. Você pode gastá-la para ser feliz, olhando para o Senhor que só sabe amar e se oferecer neste amor infinito.
Houve um homem, bem conhecido meu, aliás - meu pai -, discreto e silencioso, tímido, mas do qual soubemos, após sua morte, ter dado bolsas de estudo a muitas pessoas pobres. O que fez com a mão direita, nem a esquerda soube, mas Deus fez aparecer os testemunhos quando já tinha sido chamado para junto d'Ele.
Tabuada de dois! Olhe ao seu redor, pois é sempre possível compartilhar e, ao mesmo tempo, receber muito dos outros. Pertinho de você existem pessoas amigas, há ouvidos abertos para escutar e gente que espera uma palavra que pode ser a sua. Comece o diálogo com a pessoa que se assenta ao seu lado num transporte coletivo, ou com quem está perto de você numa das muitas filas a serem enfrentadas. Oferta, escuta, gestos, atenção, bens materiais. Saiba receber com humildade e simplicidade. Vale a pena lembrar que bastam dois reunidos em nome de Jesus, que se amem mutuamente, para que Ele esteja presente.
Tabuada de cinco! Os dons de Deus são irrevogáveis e infinitamente desproporcionais às nossas capacidades e, eventualmente, pequenas ofertas. Basta verificar a quantidade de obras sociais nascidas do Evangelho no coração da Igreja para ver o quanto os meios pobres, mas bem administrados, são orvalhados pela graça. Quantos são os filhos sem nome ou sem genitores conhecidos que foram acolhidos! E a presença no campo da educação! Escute o que têm a dizer as muitas iniciativas de caridade. Conheça o que faz a Cáritas Arquidiocesana de Belém (PA), abra seus olhos para ver que nossa pobreza se faz riqueza, para que o que tem muito não tenha sobra e o que tem pouco não tenha falta. Onde houver um cristão de verdade, esteja presente o milagre da multiplicação! Um, dois, cinco, mil. Uma contabilidade nova! As contas de Deus serão sempre maiores, porque são do tamanho da eternidade.
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA
Vale a pena se casar?

É melhor casar ou viver junto?
É verdade que as leis e os costumes sociais retiraram do matrimônio todo o seu sentido.
Em primeiro lugar, a admissão do divórcio elimina a segurança na luta
por manter o vínculo; em segundo lugar, a aceitação social de
“devaneios” extramatrimoniais suprime a exigência da fidelidade; por
último, a difusão dos anticoncepcionais despoja os filhos de relevância e
valor.
O
que resta, então, da grandeza da união conjugal? O que é feito da
arriscada aventura que o matrimônio sempre foi? Para que passar pela
Igreja ou pelo juiz de paz? Assim vistas as coisas, teríamos de começar
por dar razão àqueles que sustentam a absoluta primazia do “amor” para
depois lhes fazer ver uma coisa de capital importância: é impossível
homem e mulher amarem-se, profundamente, sem estarem casados.
Ainda que possa causar um certo espanto, o que acabo de dizer não é nada estranho. Em todos os âmbitos da vida humana, é preciso aprender e adquirir competências. Por que teria de ser diferente no amor, que é simultaneamente a mais gratificante, a mais decisiva e a mais difícil das nossas atividades?
Jacinto Benavente afirmava que “o amor tem de ir à escola”, e é verdade. Para poder amar verdadeiramente é preciso exercitar-se, tal como é preciso temperar os músculos para ser um bom atleta.
Ora bem, o casamento nos capacita para amar de uma maneira real e efetiva. A nossa cultura não acaba de entender o matrimônio, mas o contempla como uma simples cerimônia, um contrato, um compromisso. Tudo isso é, sem chegar a ser falso, demasiado pobre. Na sua essência mais íntima, o ato de casar-se constitui uma expressão delicada de liberdade e de amor. O 'sim' é um ato profundíssimo, inigualável, mediante o qual duas pessoas se entregam plenamente e decidem amar-se mutuamente por toda a vida.
É amor de amores: amor sublime que me permite “amar bem”, como diziam os nossos clássicos: fortalece a minha vontade e habilita-a para amar em outro nível; situa o amor recíproco numa esfera mais elevada. Por isso, se não me casar, se excluir esse ato de amor total, ficarei impossibilitado de amar de verdade o meu cônjuge, tal como alguém que não treina ou não aprende uma língua se torna incapaz de falá-la.
Ainda que possa causar um certo espanto, o que acabo de dizer não é nada estranho. Em todos os âmbitos da vida humana, é preciso aprender e adquirir competências. Por que teria de ser diferente no amor, que é simultaneamente a mais gratificante, a mais decisiva e a mais difícil das nossas atividades?
Jacinto Benavente afirmava que “o amor tem de ir à escola”, e é verdade. Para poder amar verdadeiramente é preciso exercitar-se, tal como é preciso temperar os músculos para ser um bom atleta.
Ora bem, o casamento nos capacita para amar de uma maneira real e efetiva. A nossa cultura não acaba de entender o matrimônio, mas o contempla como uma simples cerimônia, um contrato, um compromisso. Tudo isso é, sem chegar a ser falso, demasiado pobre. Na sua essência mais íntima, o ato de casar-se constitui uma expressão delicada de liberdade e de amor. O 'sim' é um ato profundíssimo, inigualável, mediante o qual duas pessoas se entregam plenamente e decidem amar-se mutuamente por toda a vida.
É amor de amores: amor sublime que me permite “amar bem”, como diziam os nossos clássicos: fortalece a minha vontade e habilita-a para amar em outro nível; situa o amor recíproco numa esfera mais elevada. Por isso, se não me casar, se excluir esse ato de amor total, ficarei impossibilitado de amar de verdade o meu cônjuge, tal como alguém que não treina ou não aprende uma língua se torna incapaz de falá-la.
À
sua jovem esposa, que lhe tinha escrito: “Esquecer-te-ás de mim, que
sou uma provinciana, entre as tuas princesas e embaixadoras?”, Bismark
respondeu: “Esqueceste que me casei contigo para te amar?”. Estas
palavras encerram uma intuição profunda: o “para te amar” não indica uma
simples decisão para o futuro, inclusive inamovível, mas equivale,
afinal de contas, a um “para te poder amar” com um amor autêntico,
supremo, definitivo... impossível sem a mútua entrega do matrimônio.
Não se trata de teorias. O que acabo de expor tem claras manifestações no âmbito psicológico. O ser humano só é feliz quando se empenha em qualquer coisa de grande que, efetivamente, compense o esforço. O mais impressionante que um homem e uma mulher podem fazer é amar. Vale a pena dedicar toda a vida a amar cada vez melhor e mais intensamente. É, na realidade, a única coisa que merece a nossa dedicação: tudo mais, tudo mesmo, deveria ser apenas um meio para o conseguir. “No entardecer da nossa existência – dizia um clássico castelhano – seremos examinados sobre o amor” (e sobre nada mais, acrescento eu).
Ora bem, quando me caso, estabeleço as condições para me dedicar sem reservas à tarefa de amar. Pelo contrário, se simplesmente vivermos juntos, e ainda que eu não tenha consciência disso, terei de dirigir todo o esforço à “defesa das posições alcançadas”, a “não perder o que foi ganho”.
Tudo, então, torna-se inseguro, a relação pode romper-se a qualquer momento. Se não tenho a certeza de que o outro se vai esforçar seriamente por amar-me e superar as fricções e conflitos do convívio cotidiano, por que terei de fazê-lo eu? Não posso “baixar a guarda”, mostrar-me de verdade como sou, pois vai que meu parceiro descubra defeitos “insuportáveis” em mim e decida acabar com tudo?
Perante as dificuldades que, forçosamente, têm de surgir, a tentação de abandonar a relação conjugal está sempre muito próxima, pois nada impede essa deserção.
Em resumo, a simples convivência sem entrega definitiva cria um clima em que a razão fundamental e entusiasmadora do matrimônio – fazer crescer e amadurecer o amor e, com ele, a felicidade – se vê muito comprometida.
Não se trata de teorias. O que acabo de expor tem claras manifestações no âmbito psicológico. O ser humano só é feliz quando se empenha em qualquer coisa de grande que, efetivamente, compense o esforço. O mais impressionante que um homem e uma mulher podem fazer é amar. Vale a pena dedicar toda a vida a amar cada vez melhor e mais intensamente. É, na realidade, a única coisa que merece a nossa dedicação: tudo mais, tudo mesmo, deveria ser apenas um meio para o conseguir. “No entardecer da nossa existência – dizia um clássico castelhano – seremos examinados sobre o amor” (e sobre nada mais, acrescento eu).
Ora bem, quando me caso, estabeleço as condições para me dedicar sem reservas à tarefa de amar. Pelo contrário, se simplesmente vivermos juntos, e ainda que eu não tenha consciência disso, terei de dirigir todo o esforço à “defesa das posições alcançadas”, a “não perder o que foi ganho”.
Tudo, então, torna-se inseguro, a relação pode romper-se a qualquer momento. Se não tenho a certeza de que o outro se vai esforçar seriamente por amar-me e superar as fricções e conflitos do convívio cotidiano, por que terei de fazê-lo eu? Não posso “baixar a guarda”, mostrar-me de verdade como sou, pois vai que meu parceiro descubra defeitos “insuportáveis” em mim e decida acabar com tudo?
Perante as dificuldades que, forçosamente, têm de surgir, a tentação de abandonar a relação conjugal está sempre muito próxima, pois nada impede essa deserção.
Em resumo, a simples convivência sem entrega definitiva cria um clima em que a razão fundamental e entusiasmadora do matrimônio – fazer crescer e amadurecer o amor e, com ele, a felicidade – se vê muito comprometida.
Tomás Melendo Granados
http://www.quadrante.com.br/
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Patronos e intercessores da JMJ Rio2013

Sob
o manto da padroeira do Brasil, a guarda Soldado de Cristo, com o
coração jovem, em missão e cheio de paz. Assim está a JMJ Rio2013 com a
proteção de seus patronos. São eles:
Nossa Senhora da Conceição Aparecida;
São Sebastião;
Santo Antônio de Santana Galvão;
Santa Teresa de Lisieux
Beato João Paulo II.
O lançamento aconteceu na tarde de hoje, 27 de maio, no Santuário da Penha. Ao todo são cinco patronos e 13 intercessores.
Entenda melhor a diferença entre os dois e conheça as invocações de cada um:
Patronos - pais espirituais dos jovens
Os patronos são os pais espirituais dos
jovens, lhe ensinam, como verdadeiros pais e mestres, os caminhos para
santidade. Foram escolhidos por estarem intimamente ligados ao espírito
da JMJ Rio 2013. Dentre estes estão também representantes da nação. O
tema missionário inspira o pedido por proteção e entusiasmo para
enfrentar os desafios da evangelização nos dias atuais. Oração e ação
são dimensões inseparáveis dos discípulos-missionários de Jesus Cristo.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, protetora da Igreja e das famílias!
São Sebastião, Soldado e mártir da fé!
Santo Antônio de Santana Galvão, arauto da paz e da caridade!
Santa Teresa de Lisieux, padroeira das missões!
Beato João Paulo II, amigo dos jovens!
Intercessores - um modelo a ser imitado
Os jovens desejam encontrar-se com a
verdade que dê sentido a sua existência. Dentre os intercessores
escolhidos para a JMJ Rio 2013 estão homens e mulheres que mesmo na
juventude souberam escolher a melhor parte em suas vidas: Jesus Cristo. A
história de suas vidas inspira-nos a cultivar suas virtudes. O número
13 poderia apontar para o ano da Jornada, mas, além disso, atesta para
todos que a santidade na vida concreta é possível. A geração JMJ é
convidada a entregar sua vida àquele que concede felicidade e liberdade
em abundância.
Santa Rosa de Lima, fiel à vontade de Deus!
Santa Teresa de Los Andes, contemplativa de Cristo!
Beata Laura Vicuña, mártir da pureza!
Beato José de Anchieta, apóstolo do Brasil!
Beata Albertina Berkenbrock, virtuosa nos valores evangélicos!
Beata Chiara Luce Badano, toda entregue a Jesus!
Beata Irmã Dulce, embaixadora da Caridade!
Beato Adílio Daronch, amigo de Cristo!
Beato Pier Giogio Frassati, amor ardente aos pobres e a Igreja!
Beato Isidoro Bakanja, mártir do escapulário!
Beato Ozanam, servidor dos mais pobres!
São Jorge, combatente do Mal!
Santos André Kim e companheiros, mártires da evangelização!
Rio 2013: “Amo ser juventude JMJ”!

Por
todos os lugares do mundo milhões de jovens vivenciaram e outros tantos
milhões ainda irão viver a emoção de uma Jornada Mundial da Juventude.
Em todos os textos oficiais da JMJ Rio2013 se pode ler:
“Mais que um encontro que reúne milhares ou
mesmo milhões de jovens, a Jornada Mundial da Juventude dá testemunho
de uma Igreja viva e em constante renovação. São eles, os jovens, os
protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. Ela tem
como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a
mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’
jovem de Cristo se mostra ao mundo.”
Essa é uma realidade compartilhada de 1986,
quando aconteceu a primeira JMJ em Roma. Mais de 20 milhões de jovens
já participaram dos encontros internacionais desde então.
Criado pelo Beato João Paulo II, um dos
patronos da Jornada que acontecerá no Rio em 2013, o encontro move os
jovens a deixar suas casas para estarem juntos, independentemente de
raças, línguas, culturas. A JMJ mostra a força do jovem que testemunha a
sua fé e afirma ao mundo a opção por Cristo em unidade à Igreja.
Separamos alguns depoimentos postados na
página oficial da JMJ Rio2013 no facebook onde os jovens foram
convidados a partilharem o que é ser a “juventude JMJ”. Ninguém melhor
do que eles para dar esse recado:
“Ser Juventude JMJ é saber que todos
erramos, mas todos os dias temos a chance de buscar a santidade, de
buscar a vida em Deus...é ter coragem de gritar pro mundo inteiro ouvir
que a verdadeira Alegria está em Deus e Ele é o centro de tudo. Ser
Juventude JMJ é ser jovem do mundo ser mundano ;)”
Mayara Machado
“É estar com Deus, ter Deus, fazer tudo
para Deus. Cada gesto, cada palavra e cada pensamento, ter tudo
direcionado ao nosso Pai, mesmo ainda sendo uma criança, um adolescente,
um jovem, é ter na consciência que nós somos o futuro da Igreja.”
Lucas Leão
“Ser Juventude JMJ é ser a Juventude da
Igreja de verdade, é ser a Juventude de Deus, de Maria, de João Paulo
II, é ser fiel a Jesus e à sua Igreja. E no meu caso é ser Jovem
Franciscana. Paz & Bem!”
Katharine Aragão
“É ser FELIZ, tendo Cristo em nossa vida e
seguindo o que Ele manda. Porque essa sim é a verdadeira Felicidade, ser
feliz em Cristo nosso Senhor! :D”
Maryanah Silva
“Ser juventude JMJ é estar conectado mesmo
não estando na net, através de pensamento e orações para que esse grande
evento ocorra pela a Graça de Deus. É torcer mesmo não podendo estar
lá, é ser feliz por os outros serem felizes.”
John Baptiste Bandeira
“É ter a certeza que em CRISTO eu posso ser
melhor, que nEle eu tenho tudo para dar certo. E que é seguindo-O que
minha vida verdadeiramente será feliz.”
Giannine Carvalho
“Ser Juventude JMJ, é não ter medo de
seguir a Jesus e a sua Santa Igreja, é não ter medo do que vai vir pela
frente, é ter a certeza de que mesmo que você esteja no caminho errado
Deus te chama para o bom caminho. Ser Juventude JMJ é aceitar os planos
de Deus!”
Johnathan Coutinho

Milhões de jovens em Madrid11
“É não ter medo de viver a Juventude com
Santidade. É amar a Cristo no irmão, na natureza, na Igreja. É partilhar
tudo, sorrisos, canções, orações... É viver na certeza que somos sempre
Jovens não importa a idade, porque Jesus Vivo nos faz jovens...”
Dulle Petkov
“Juventude é sonhar, é acreditar, é buscar
novos horizontes, é crer em Deus sem vergonha de demonstrar seu amor por
Ele. Ser jovem é se sentir envolvido pelo amor Deus todos os dias, ser
jovem é ser capaz de amar e perdoar sem medo, ser jovem é ser feliz por
ter a certeza de que Deus nos ama incondicionalmente!! Ser jovem é uma
das coisas mais belas da vida!!! Ser jovem é isso é viver intensamente,
mas claro sem esquecer que Deus esta sempre conosco!!!!!”
Tiago Colossale de Oliveira
“Ser Juventude JMJ é saber que todos
erramos, mas todos os dias temos a chance de buscar a santidade, de
buscar a vida em Deus...é ter coragem de gritar pro mundo inteiro ouvir
que a verdadeira Alegria está em Deus e Ele é o centro de tudo. Ser
Juventude JMJ é ser jovem do mundo ser mundano ;)”
Mayara Machado
“Para mi ser Juventud JMJ es ser un joven
más abierto, con sueños y lleno de fe.....es estar más cerca de Jesús y
de Dios!!!!!!”
Patricia Orue
“É OFERECER-SE, Doar-se, no anúncio da
Palavra de Deus. Com todas as nossas forças, de jovens, curtir
compartilhar... gritar. SOU DE CRISTO!!! Unir nossa voz a todos os que
cantam: NO PEITO EU LEVO UMA CRUZ , NO MEU CORAÇÃO O QUE DISSE JESUS!”
Cleiton Silveira
“É ofertar a minha juventude a Deus, sem medo de perder pro mundo.. é querer ser viver intensamente a vontade do Senhor...”
Rubenisia Xavier
“É ter felicidade verdadeira, é ser jovem sadio em Cristo, é amar, amar e amar, isso é juventude JMJ”
Danilo Roberto Corte
“É maravilhoso, é ser atuante na sociedade segundo a vontade de Deus. É amar sempre com o Coração de Cristo.”
Antonia Elda de Sousa
Hino da JMJ Rio2013 será lançado na festa da Exaltação da Santa Cruz
13/07/2012 -
SANTA CRUZ


É grande a expectativa dos jovens para o lançamento do hino oficial da JMJ Rio2013. Mas eles vão ter que esperar só mais um pouquinho. Segundo um dos responsáveis pelo Setor de Preparação Pastoral
do Comitê Organizador Local (COL), padre Leandro Lênin, o hino, que
estava previsto para ser divulgado no dia 27 de julho, tem uma nova data
para o lançamento: dia 14 de setembro.
“Nós estamos em um impasse positivo que vai
nos ajudar, no momento da estreia do hino, a ter uma surpresa para
todos. Foi-nos concedido pelo Pontifício Conselho um pouco mais de tempo
para pensar neste assunto, exatamente porque nós temos pérolas nas
mãos. Então, quanto mais se cultiva, mais elas brilham”, destacou.
Padre Leandro também ressaltou que foi
escolhido o dia 14 de setembro porque é o dia da Exaltação da Santa
Cruz, o que remete à própria cruz peregrina. “O bairro de Santa Cruz
em 2012 completa 450 anos. O Brasil foi Terra de Santa Cruz. E nossa
vigília vai ser na Base Aérea de Santa Cruz. Então, nós queremos dar um
presente nesse estilo musical para a cidade, ou seja, lançar o hino
nessa data é uma forma de celebrarmos juntos todos esses grandes
eventos”, frisou.
Em outubro do ano passado, foi aberto um
edital para o concurso da letra do hino, e de novembro a março foram
realizadas as inscrições. O Setor de Preparação Pastoral recebeu cerca
de 180 letras. Elas passaram por um processo de avaliação doutrinal, de
criatividade, de beleza e de poética, tudo isso avaliado por
profissionais da música.
Na segunda fase de seleção, dessas 180
letras, foi escolhido um bloco das 20 melhores. Segundo padre Leandro, a
questão da possibilidade de tradução para outras línguas também está
sendo levada em consideração. “Nem sempre é fácil transportar a poética
e todo o brilho do que foi feito numa única língua para as outras
línguas. Então, este também é um fator que pesa na hora da escolha”,
afirmou.
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