quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O compromisso com a felicidade do outro

Muitas pessoas se sentem desacreditadas em seus relacionamentos, por não terem aquilo que os contos de fadas ou romances descrevem como a felicidade completa. Tanto para aqueles que vivem um relacionamento ou para outros que esperam vivenciar esse momento, todos têm em comum o desejo de serem felizes… Julgam merecedores da felicidade e, realmente, os são. Entretanto, algumas vezes, correm o risco de antecipar momentos, abreviar etapas ou romper valores, simplesmente, para não deixar vazar pelos dedos das mãos, aquilo que vemos como uma oportunidade de realização de um sonho.

Ouve-se muito dizer que o casamento tira a liberdade da pessoa, que são formalidades que geram custos e que não garantem a união estável do casal. Então, alguns casais de namorados, quando apaixonados – mesmo que o tempo de namoro seja apenas de alguns meses -, assumem morar juntos. Desse modo, aquelas disposições que foram assumidas por nossos pais ou avós – a respeito das fases do envolvimento – em razão da incredulidade dos casais mais “modernos”, as classificam como algo não mais aplicável!

As justificativas para defender a ideia de morar com a (o) namorada (o) são muitas. Dentre elas, existem aquelas que esperaram o favorecimento das condições para a oficialização do casamento. Outros casais acreditam que morar junto, possa ser uma forma, mais confortável, de identificar se vai dar certo a convivência  com a (o) namorada (o), além de gozar dos privilégios da vida a dois.

Há também aquelas pessoas que após tal experiência, não têm intenção de repeti-la. Pois, dessas, acabaram saindo frustradas ao perceber que apesar de estar vivendo sob o mesmo teto, seu parceiro ainda se comportava como alguém “solteiro (a)”. Não será difícil encontrar relatos de pessoas dizendo que foi um período no qual foram apenas um colega de quarto, com quem dividia as despesas, cuidava de suas roupas, alimentação etc…. E, aqueles momentos de uma felicidade avassaladora – que foi motivo para a tomada de decisão de viver juntos – , esvaziou-se, com a falta de comprometimento com aquilo que foi, anteriormente, objeto dos planos do casal.

A dúvida sobre o verdadeiro sentimento que sentia pelo outro ou a deterioração do mesmo, fizeram com que o relacionamento durasse apenas o período de uma estação ou enquanto ardia o fogo da paixão. Desses amores “doloridos”, as pessoas reclamam de não ter vivido a sensação de sentir-se importante para a outra pessoa.

Por um lado, se os namorados conseguiam calar o clamor dos hormônios, que diziam ser a “química da relação”, eles não conseguiam alimentar o desejo daquela pessoa que ansiava encontrar alguém que seria o seu complemento. Infelizmente, tal situação também é vivida com aqueles que assumiram o sacramento conjugal. Entretanto, percebe-se que a falta de interesse em retomar o relacionamento é maior entre aqueles que assumiram viver como “namoridos”.

Na vivência do sacramento do matrimônio vamos aprendendo que somos o canal que promove a felicidade do outro. Isto é, a maneira como nos comportamos e agimos nessa empreitada de vida comum, é que trará aos resultados daquilo que almejamos para o compromisso a dois. Assim, as atitudes no dia a dia, e as manobras para vencermos os obstáculos comum do desafio conjugal,  precisa ter como foco o bem estar da outra pessoa.

Contudo, muitos casais não querem seguir as primícias estabelecidas de um relacionamento a dois. Mesmo que tenham uma vaga idéia sobre a vida comum, insistem em viver seus caprichos, e o compromisso com a felicidade, muitas vezes, fica preso na condição do egoísmo, da autorealização e muito longe do vínculo com a pessoa que se diz amar.

O verdadeiro amor é eterno


Nos dias de hoje, o amor se apresenta a nós de forma cada vez mais distorcida, pois se apela cada vez mais para os sentimentos, as paixões, os sonhos, as fantasias. Esse falso amor se apresenta nas músicas, nos filmes, nos videoclips, na fotografia. Esse amor irreal também faz parte da vida de muitas pessoas, no “ficar”, no namoro e até mesmo no casamento. Hoje em dia, muitas pessoas vivem anestesiadas pelas paixões, pelos falsos amores, pois desconhecem o verdadeiro amor.

O falso amor é convidativo, sedutor, pois explora as fantasias, as imagens, os sentimentos. Estes dão uma falsa impressão de amor, que se confunde com a paixão, o desejo, a luxúria. Essa caricatura de amor se faz presente principalmente nas novelas, nos filmes, nas séries e minisséries que assistimos. Isso faz com que, inconscientemente, façamos da nossa vida um prolongamento da vivência desse falso amor, movido somente pelo desejo, pelas paixões, pela fantasia.

Cada vez mais nos deparamos com pessoas feridas, machucadas por causa do engano desse “amor” que destrói amizades, relacionamentos, casamentos, famílias. Não podemos ficar indiferentes diante desse fenômeno, o qual, se não tomarmos consciência, fará parte de nossas vidas sem que o queiramos. Não deixemos que nossos relacionamentos sejam influenciados por um romantismo vazio, próprio de um amor falso e passageiro, pois fomos criados pelo amor de Deus, e somente Ele é capaz de nos realizar.

O verdadeiro amor se manifestou a nós em Jesus Cristo. “De fato, Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho único para que todo o que n'Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). O Pai enviou Seu Filho ao mundo pela Virgem Maria e é por ela que temos acesso ao verdadeiro amor de forma mais perfeita. Nossa Senhora nos ensina a acolher o amor de Deus encarnado, que é Jesus Cristo em nossas vidas. Consagremo-nos a Maria de todo o coração para que por ela conheçamos o amor que foi até as últimas consequências, no Calvário, no alto da cruz, por amor de nós.

Com a Virgem Santíssima, coloquemo-nos junto da cruz de Jesus, oferecendo nossas dores, nossos sofrimentos, mas também nossas alegrias e esperanças, unindo-nos ao único e eterno sacrifício de Cristo, pois, na cruz, conhecemos o amor verdadeiro, aquele não foge diante do desprezo, da humilhação, do sofrimento. Ao contrário, o verdadeiro amor, que se manifesta também em nós, assume a cruz da angústia e da dor, pois o sacrifício é próprio dele. Não nos enganemos, mas acolhamos o verdadeiro amor, Jesus Cristo Nosso Senhor, que veio ao mundo pelas mãos maternas da Virgem Maria. Por ela, Jesus vem a nós todos os dias até a consumação dos séculos e também no Reino dos Céus, pois o verdadeiro amor é eterno.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mensagem do Blog Rcc Ibicaraí para Sandoval Farias no seu aniversário





Que neste dia tão especial o Senhor
esteja na tua frente
para te mostrar o caminho certo...

Que o Senhor esteja ao teu lado,
para te abraçar e proteger...

Que o Senhor esteja atrás de ti,
para te salvar de pessoas falsas...

Que o Senhor esteja debaixo de ti,
para te amparar quando caíres
e que te tire das armadilhas...

Que o Senhor esteja dentro de ti,
para te consolar quando estiveres
triste...

Que o Senhor esteja ao redor de ti,
para te defender quando outros te
atacarem...

Que o Senhor esteja sobre
ti abençoando-te sempre...

Que seus caminhos permaneçam sempre
iluminados,para que você possa
continuar a iluminar também
aqueles que têm a oportunidade de
trilhar com você,
um trechinho desta longa jornada!


Muita saúde, paz , felicidade
e alegria...
Tudo de melhor para você...
neste dia tão especial !

2º EDJ - Itabuna

Oração Oficial da JMJ Rio 2013

“O sexo na minha vida era um vício”

“Eu terminei o meu namoro e disse: ‘agora vou viver minha liberdade’. Então daí eu comecei a conhecer várias pessoas, vários homens. Cada noite eu dormia com um homem diferente”. Este é o depoimento de J. uma jovem que viveu na pele a escravidão de uma vida sexual desregrada, um vício que atinge milhares de pessoas e que tem se tornado cada vez mais comum entre mulheres.
Na entrevista, J disse que além das relações sexuais era muito comum a questão da masturbação e de visitas a site pornográficos, um verdadeiro buraco que parecia não ter saída. “Eu sentia que na medida que o tempo passava crescia em mim um vazio muito grande que eu tentava preencher com mais pessoas, mais baladas”
J. nos contou que certa noite viveu uma decepção com um rapaz com quem estava se relacionando naquele dia. Saindo do local em prantos e desnorteada, J.  foi para o carro com um vazio enorme dentro de si. “Foi quando chegou um conhecido que trabalhava naquele local e disse: ‘você não pode ir embora do jeito que está’ e ali começou a cantar a musica ‘Deus é capaz’. Ele isa dizendo ‘Deus é capaz de te restaurar, o impossível Ele vai fazer na sua vida’. Naquele momento eu pude enxergar que estava no fundo do poço, mas acima de tudo escutei a voz de Deus me chamando para voltar”, disse J.
Veja no vídeo abaixo o depoimento emocionante do milagre de Deus na vida desta jovem